RHC 221534 - ACORDAO
Negou-se provimento porque não se demonstrou constrangimento ilegal: a medida de monitoramento eletrônico foi imposta de forma proporcional e adequada, o processo tramita regularmente sem ato procrastinatório estatal, e a complexidade do feito (22 réus, diligências) justifica a duração; determinou-se apenas a reavaliação periódica da necessidade da medida.
- Parties
- Paciente/recorrente: JOSE DE SOUSA MARTINS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 17 November 2025
- Procedural Posture
- Recurso Em Habeas Corpus / Julgamento Colegiado (sessão Virtual Da SEXTA Turma)
- Outcome
- recurso em habeas corpus improvido
- Legal Topics
- Habeas Corpus, Monitoramento Eletrônico, Medidas Cautelares, Excesso De Prazo, Organização Criminosa, Tornozeleira Eletrônica, Proporcionalidade, Razoabilidade
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
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Parties
JOSE DE SOUSA MARTINS
Paciente/recorrente
Procedural Posture
Recurso Em Habeas Corpus / Julgamento Colegiado (sessão Virtual Da SEXTA Turma)
Legal Issues
- 1 revogação da medida cautelar de monitoramento eletrônico
- 2 excesso de prazo na manutenção da medida cautelar
- 3 possibilidade de manutenção de medidas cautelares pela proporcionalidade e adequação
Ratio Decidendi
Negou-se provimento porque não se demonstrou constrangimento ilegal: a medida de monitoramento eletrônico foi imposta de forma proporcional e adequada, o processo tramita regularmente sem ato procrastinatório estatal, e a complexidade do feito (22 réus, diligências) justifica a duração; determinou-se apenas a reavaliação periódica da necessidade da medida.
Court Disposition
recurso em habeas corpus improvido
Orders
- Nega provimento ao recurso em habeas corpus.
- Recomenda-se a reavaliação periódica da necessidade da medida cautelar de tornozeleira eletrônica.
Full Case Text
Judgment text and source record
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