HC 1021815 - DECISAO
Não se conhece do habeas corpus porque não está demonstrada ilegalidade manifesta: inexistem provas pré-constituídas de cerceamento de defesa ou de prejuízo concreto decorrente da alegada impossibilidade de contato com o advogado; a prisão preventiva, mantida na pronúncia, apresentou fundamentação idônea com indícios robustos de autoria e materialidade e baseada na gravidade concreta e periculosidade do agente, suficientes para justificar a segregação cautelar nos termos do art. 312 do CPP; ademais, o habeas corpus não é meio adequado para reexaminar questões fático-probatórias complexas que exigem dilação probatória.
- Parties
- Paciente: ITAMAR FIRMINO DE OLIVEIRA; Órgão Julgador: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE RONDÔNIA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 20 October 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento Do Habeas Corpus
- Outcome
- Não conheço do habeas corpus
- Legal Topics
- Habeas Corpus, Prisão Preventiva, Cerceamento De Defesa, Nulidade Processual, Contemporaneidade Da Prisão, Dignidade Da Pessoa Humana, Transferência Prisional, Medidas Cautelares
Case Brief
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Parties
ITAMAR FIRMINO DE OLIVEIRA
Paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE RONDÔNIA
Órgão Julgador
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento Do Habeas Corpus
Legal Issues
- 1 Alegado cerceamento de defesa por impedimento de contato prévio e reservado com advogado (art. 564, III, "c", CPP)
- 2 Legalidade da prisão preventiva e atendimentos aos requisitos do art. 312 do CPP (fumus comissi delicti e periculum libertatis)
- 3 Contemporaneidade da prisão preventiva diante de alteração do motivo do conflito (permuta do imóvel)
Ratio Decidendi
Não se conhece do habeas corpus porque não está demonstrada ilegalidade manifesta: inexistem provas pré-constituídas de cerceamento de defesa ou de prejuízo concreto decorrente da alegada impossibilidade de contato com o advogado; a prisão preventiva, mantida na pronúncia, apresentou fundamentação idônea com indícios robustos de autoria e materialidade e baseada na gravidade concreta e periculosidade do agente, suficientes para justificar a segregação cautelar nos termos do art. 312 do CPP; ademais, o habeas corpus não é meio adequado para reexaminar questões fático-probatórias complexas que exigem dilação probatória.
Court Disposition
Não conheço do habeas corpus
Orders
- Publique-se
- Intimem-se
Full Case Text
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