RHC 232868 - DECISAO
Denegou-se a ordem porque a execução provisória da pena está autorizada pelo art. 492, I, "e", do CPP e pela tese do Tema 1.068 do STF sobre a soberania dos veredictos, e porque a alegação de condenação manifestamente contrária à prova dos autos demanda revolvimento fático-probatório que não se admite em habeas corpus, inexistindo nos autos, nos limites desta via, elementos que autorizem reconhecer ilegalidade na decisão impugnada.
- Parties
- Paciente: MARIA DE LOURDES PIPPER PERON; Paciente: ADRIANO PERON; Paciente: DIOMAR PERON
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 27 February 2026
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Ordem Denegada
- Outcome
- Ordem denegada
- Legal Topics
- Habeas Corpus, Execução Provisória Da Pena, Tribunal Do Júri, Tema 1.068 Do STF, Art. 492, I, "e", Do CPP, Soberania Dos Veredictos
Case Brief
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Parties
MARIA DE LOURDES PIPPER PERON
Paciente
ADRIANO PERON
Paciente
DIOMAR PERON
Paciente
Procedural Posture
Habeas Corpus / Ordem Denegada
Legal Issues
- 1 Cabimento da execução provisória da pena imposta pelo Tribunal do Júri
- 2 Possibilidade de exame, em habeas corpus, de alegação de condenação manifestamente contrária à prova dos autos
- 3 Aplicação do Tema 1.068 do STF e alcance da soberania dos veredictos
Ratio Decidendi
Denegou-se a ordem porque a execução provisória da pena está autorizada pelo art. 492, I, "e", do CPP e pela tese do Tema 1.068 do STF sobre a soberania dos veredictos, e porque a alegação de condenação manifestamente contrária à prova dos autos demanda revolvimento fático-probatório que não se admite em habeas corpus, inexistindo nos autos, nos limites desta via, elementos que autorizem reconhecer ilegalidade na decisão impugnada.
Court Disposition
Ordem denegada
Orders
- Ordem denegada.
- Publique-se e intimem-se.
Full Case Text
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