HC 1062882 - DECISAO

HC 1062882 - DECISAO

A ordem foi denegada porque o decreto prisional apresentou fundamentação concreta e idônea: havia individualização da participação de Deivid Silva do Prado como integrante operacional de organização criminosa voltada ao tráfico, existência de divisão de tarefas, registros manuscritos, utilização de contas bancárias para dissimulação patrimonial e movimentação superior a R$ 16.000.000,00 por transações fracionadas, além de reincidência e prisão em flagrante com nova apreensão de droga; tais elementos demonstram risco concreto à ordem pública e a insuficiência de medidas cautelares alternativas, autorizando a manutenção da prisão preventiva.

Parties
Paciente: DEIVID SILVA DO PRADO; Autoridade Coatora: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE GOIÁS
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
09 April 2026
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão Denegatória
Legal Topics
Habeas Corpus, Prisão Preventiva, Fundamentação Judicial, Art. 312 Do CPP, Art. 319 Do CPP, Tráfico De Drogas, Organização Criminosa, Lavagem De Dinheiro, Reiteração Delitiva, Medidas Cautelares Alternativas

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Parties

DEIVID SILVA DO PRADO

Paciente

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE GOIÁS

Autoridade Coatora

Procedural Posture

Habeas Corpus / Decisão Denegatória

  1. 1 legalidade e fundamentação da prisão preventiva
  2. 2 presença dos requisitos do art. 312 do CPP (periculum libertatis)
  3. 3 possibilidade de aplicação de medidas cautelares diversas da prisão (art. 319 CPP)

Ratio Decidendi

A ordem foi denegada porque o decreto prisional apresentou fundamentação concreta e idônea: havia individualização da participação de Deivid Silva do Prado como integrante operacional de organização criminosa voltada ao tráfico, existência de divisão de tarefas, registros manuscritos, utilização de contas bancárias para dissimulação patrimonial e movimentação superior a R$ 16.000.000,00 por transações fracionadas, além de reincidência e prisão em flagrante com nova apreensão de droga; tais elementos demonstram risco concreto à ordem pública e a insuficiência de medidas cautelares alternativas, autorizando a manutenção da prisão preventiva.