HC 1084120 - ACORDAO
Negou-se provimento ao agravo regimental porque a decisão monocrática do relator é autorizada pelo art. 34, XX, do RISTJ e não ofende a colegialidade; as instâncias ordinárias fundamentaram concretamente a prisão preventiva nos termos do art. 312 do CPP diante da gravidade concreta do roubo circunstanciado, da existência de inquérito policial em curso e de registros de atos infracionais que indicam periculosidade e risco de reiteração; as medidas cautelares diversas do art. 319 do CPP foram consideradas inadequadas no caso; e a alegação de violação do princípio da proporcionalidade não foi objeto de análise pelo Tribunal de origem, de modo que seu exame pelo STJ implicaria supressão de...
- Parties
- Agravante/paciente: GUSTAVO PERES DE ARAUJO; Corréu: VICTOR GABRIEL MARQUES DA SILVA NOGUEIRA; Vítima: RODRIGO DE SOUZA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 19 May 2026
- Procedural Posture
- Agravo Regimental Em Habeas Corpus / Julgamento Colegiado (sessão Virtual) Decisão Final, Agravo Regimental Desprovido
- Outcome
- Agravo regimental desprovido
- Legal Topics
- Habeas Corpus, Prisão Preventiva, Medidas Cautelares, Princípio Da Colegialidade, Proporcionalidade, Atos Infracionais, Inquérito Policial
Case Brief
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Parties
GUSTAVO PERES DE ARAUJO
Agravante/paciente
VICTOR GABRIEL MARQUES DA SILVA NOGUEIRA
Corréu
RODRIGO DE SOUZA
Vítima
Procedural Posture
Agravo Regimental Em Habeas Corpus / Julgamento Colegiado (sessão Virtual) Decisão Final, Agravo Regimental Desprovido
Legal Issues
- 1 Se a decisão monocrática do relator viola o princípio da colegialidade
- 2 Se a prisão preventiva está fundamentada nos requisitos do art. 312 do CPP, inclusive pela utilização de inquérito policial em curso e atos infracionais pretéritos para caracterizar o periculum libertatis, e se pode ser substituída por medidas cautelares diversas
- 3 Se o Tribunal Superior pode apreciar originariamente a alegada violação ao princípio da proporcionalidade não examinada pelo Tribunal de origem sem incorrer em supressão de instância
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo regimental porque a decisão monocrática do relator é autorizada pelo art. 34, XX, do RISTJ e não ofende a colegialidade; as instâncias ordinárias fundamentaram concretamente a prisão preventiva nos termos do art. 312 do CPP diante da gravidade concreta do roubo circunstanciado, da existência de inquérito policial em curso e de registros de atos infracionais que indicam periculosidade e risco de reiteração; as medidas cautelares diversas do art. 319 do CPP foram consideradas inadequadas no caso; e a alegação de violação do princípio da proporcionalidade não foi objeto de análise pelo Tribunal de origem, de modo que seu exame pelo STJ implicaria supressão de...
Court Disposition
Agravo regimental desprovido
Orders
- Negar provimento ao agravo regimental
- Manter a decisão que denegou a ordem de habeas corpus e a conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva
Full Case Text
Judgment text and source record
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