RHC 146092 - DECISAO
Alegou-se ilegalidade por excesso de prazo, mas a instrução criminal foi declarada encerrada, o que, segundo a Súmula 52 do STJ, supera a alegação de excesso de prazo; ademais, a legalidade da prisão preventiva já havia sido apreciada em outro habeas corpus, de modo que a matéria não poderia ser reanalisada nos presentes autos sem supressão de instância; não havendo demonstração de inatividade injustificada no processamento, negou-se provimento ao recurso.
- Parties
- Recorrente (paciente): UELITON DE SOUZA; Órgão Coator: Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 23 April 2021
- Procedural Posture
- Recurso Em Habeas Corpus / Decisão Do Relator (nego Provimento Ao Recurso)
- Outcome
- Nego provimento ao recurso
- Legal Topics
- Habeas Corpus, Prisão Preventiva, Excesso De Prazo, Tráfico De Drogas, Associação Para O Tráfico, Nulidade Da Conversão Da Prisão Em Flagrante
Case Brief
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Parties
UELITON DE SOUZA
Recorrente (paciente)
Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul
Órgão Coator
Procedural Posture
Recurso Em Habeas Corpus / Decisão Do Relator (nego Provimento Ao Recurso)
Legal Issues
- 1 legalidade da prisão preventiva
- 2 excesso de prazo na prisão cautelar
- 3 efeito da Súmula 52 do STJ sobre alegações de excesso de prazo
Ratio Decidendi
Alegou-se ilegalidade por excesso de prazo, mas a instrução criminal foi declarada encerrada, o que, segundo a Súmula 52 do STJ, supera a alegação de excesso de prazo; ademais, a legalidade da prisão preventiva já havia sido apreciada em outro habeas corpus, de modo que a matéria não poderia ser reanalisada nos presentes autos sem supressão de instância; não havendo demonstração de inatividade injustificada no processamento, negou-se provimento ao recurso.
Court Disposition
Nego provimento ao recurso
Orders
- Cientifique-se o Ministério Público Federal
- Intimem-se
Full Case Text
Judgment text and source record
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