HC 1004027 - DECISAO
Não conheço do habeas corpus porque se trata de rediscussão de matéria de condenação com trânsito em julgado, utilizando-se o writ como sucedâneo de revisão criminal, hipótese vedada salvo flagrante ilegalidade; tal ilegalidade não restou demonstrada, sendo afastada igualmente a alegada nulidade da intimação em razão de a paciente estar solta e ter sido intimada por seu defensor conforme art.392 CPP; ademais, a instância de origem examinou detidamente as teses defensivas e a prova dos autos foi considerada robusta, de modo que o habeas corpus, via estreita, não comporta o revolvimento do material fático-probatório.
- Parties
- Paciente: CAROLINE COSTA BRANDÃO; Autoridade Coatora: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO (Revisão Criminal n. 2325458-72.2024.8.26.0000); Interessado (parecer Nos Autos): Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 25 June 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento (não Conheço Do Habeas Corpus)
- Outcome
- Não conheço do habeas corpus.
- Legal Topics
- Habeas Corpus, Revisão Criminal, Nulidade De Intimação, Trânsito Em Julgado, Prova Testemunhal E Documental, Participação De Menor Importância, Colaboração Caluniosa, Intimação Do Defensor (art. 392 Cpp)
Case Brief
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Parties
CAROLINE COSTA BRANDÃO
Paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO (Revisão Criminal n. 2325458-72.2024.8.26.0000)
Autoridade Coatora
Ministério Público Federal
Interessado (parecer Nos Autos)
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento (não Conheço Do Habeas Corpus)
Legal Issues
- 1 Cabimento de habeas corpus como substitutivo de revisão criminal contra acórdão com trânsito em julgado
- 2 Nulidade por ausência de intimação pessoal da ré da sentença condenatória
- 3 Suficiência das provas para sustentar a condenação
Ratio Decidendi
Não conheço do habeas corpus porque se trata de rediscussão de matéria de condenação com trânsito em julgado, utilizando-se o writ como sucedâneo de revisão criminal, hipótese vedada salvo flagrante ilegalidade; tal ilegalidade não restou demonstrada, sendo afastada igualmente a alegada nulidade da intimação em razão de a paciente estar solta e ter sido intimada por seu defensor conforme art.392 CPP; ademais, a instância de origem examinou detidamente as teses defensivas e a prova dos autos foi considerada robusta, de modo que o habeas corpus, via estreita, não comporta o revolvimento do material fático-probatório.
Court Disposition
Não conheço do habeas corpus.
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
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