HC 1014621 - DECISAO
Reconsiderando a decisão anterior, o Relator não conheceu do habeas corpus porque o Superior Tribunal de Justiça veda o uso do habeas corpus como substitutivo de recurso próprio e porque, ao analisar a existência de ilegalidade flagrante nos termos do art. 647-A do CPP, concluiu que não há ilegalidade evidente apta a autorizar a ordem de ofício: a decretação e a manutenção da prisão preventiva foram fundamentadas em elementos probatórios (relatório do COAF com movimentações financeiras atípicas e quebra de sigilo telemático) e o Juízo de origem, também na sentença, reconheceu a presença do fumus comissi delicti e do periculum libertatis, apontando prática prolongada e risco concreto de...
- Parties
- Impetrante / Paciente: GLEYBSON CALADO DO NASCIMENTO; Corréu: WERISSON; Corréu: JAIR FARIA DA HORA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 11 July 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Agravo Regimental Contra Decisão De Não Conhecimento Do Habeas Corpus (decisão Monocrática)
- Outcome
- Reconsidero a decisão impugnada e não conheço do habeas corpus.
- Legal Topics
- Habeas Corpus, Prisão Preventiva, Reiteração Delitiva, Lei N.10.826/2003 (lei Do Desarmamento), Organização Criminosa, Quebra De Sigilo, Relatório Do COAF
Case Brief
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Parties
GLEYBSON CALADO DO NASCIMENTO
Impetrante / Paciente
WERISSON
Corréu
JAIR FARIA DA HORA
Corréu
Procedural Posture
Habeas Corpus / Agravo Regimental Contra Decisão De Não Conhecimento Do Habeas Corpus (decisão Monocrática)
Legal Issues
- 1 admissibilidade do habeas corpus como sucedâneo de recurso próprio
- 2 manutenção da prisão preventiva após absolvição quanto ao crime de organização criminosa
- 3 suficiência da fundamentação da sentença para manutenção da custódia cautelar
Ratio Decidendi
Reconsiderando a decisão anterior, o Relator não conheceu do habeas corpus porque o Superior Tribunal de Justiça veda o uso do habeas corpus como substitutivo de recurso próprio e porque, ao analisar a existência de ilegalidade flagrante nos termos do art. 647-A do CPP, concluiu que não há ilegalidade evidente apta a autorizar a ordem de ofício: a decretação e a manutenção da prisão preventiva foram fundamentadas em elementos probatórios (relatório do COAF com movimentações financeiras atípicas e quebra de sigilo telemático) e o Juízo de origem, também na sentença, reconheceu a presença do fumus comissi delicti e do periculum libertatis, apontando prática prolongada e risco concreto de...
Court Disposition
Reconsidero a decisão impugnada e não conheço do habeas corpus.
Orders
- Cientifique-se o Ministério Público Federal.
- Publique-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
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