HC 1023719 - DECISAO
O mandamus não foi conhecido liminarmente porque as matérias deduzidas encontram-se preclusas em razão do trânsito em julgado do acórdão impugnado, de modo que o habeas corpus não pode funcionar como substituto de recurso próprio nem como sucedâneo de revisão criminal; fundamento ainda no art. 34, XX, do Regimento Interno do STJ e na jurisprudência citada.
- Parties
- Paciente: ALINE CUNHA REIS; Órgão Julgador: Tribunal de Justiça do Estado do Mato Grosso do Sul
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 08 August 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão Liminar De Não Conhecimento
- Outcome
- liminarmente, não conheço do habeas corpus
- Legal Topics
- Habeas Corpus, Trânsito Em Julgado, Preclusão, Coisa Julgada, Tráfico De Drogas, Dosimetria Da Pena, Art. 33, § 4º, Lei 11.343/2006
Case Brief
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Parties
ALINE CUNHA REIS
Paciente
Tribunal de Justiça do Estado do Mato Grosso do Sul
Órgão Julgador
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão Liminar De Não Conhecimento
Legal Issues
- 1 insuficiência de provas quanto à autoria delitiva
- 2 excesso na dosimetria/pena-base
- 3 aplicabilidade do redutor do art. 33, § 4º, da Lei 11.343/2006 (tráfico privilegiado)
Ratio Decidendi
O mandamus não foi conhecido liminarmente porque as matérias deduzidas encontram-se preclusas em razão do trânsito em julgado do acórdão impugnado, de modo que o habeas corpus não pode funcionar como substituto de recurso próprio nem como sucedâneo de revisão criminal; fundamento ainda no art. 34, XX, do Regimento Interno do STJ e na jurisprudência citada.
Court Disposition
liminarmente, não conheço do habeas corpus
Orders
- Intimem-se.
Full Case Text
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