HC 961073 - ACORDAO
A pronúncia foi mantida porque estava fundamentada na comprovação da materialidade do crime e na existência de indícios suficientes de autoria, e o habeas corpus não é meio para reexaminar o conjunto fático-probatório, devendo, assim, ser negado provimento ao agravo regimental.
- Parties
- Paciente: DAVI PEREIRA DE SOUZA PINHEIRO; Paciente: GUILHERME ANTUNES DA SILVA; Autoridade Coatora: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 01 September 2025
- Procedural Posture
- Agravo Regimental Em Habeas Corpus / Decisão Colegiada (acórdão)
- Outcome
- Agravo regimental não provido
- Legal Topics
- Habeas Corpus, Pronúncia, Indícios De Autoria, In Dubio Pro Societate, Dilação Probatória
Case Brief
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Parties
DAVI PEREIRA DE SOUZA PINHEIRO
Paciente
GUILHERME ANTUNES DA SILVA
Paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS
Autoridade Coatora
Procedural Posture
Agravo Regimental Em Habeas Corpus / Decisão Colegiada (acórdão)
Legal Issues
- 1 Se a decisão de pronúncia baseada em indícios suficientes de autoria e materialidade pode ser considerada legal
- 2 Se há constrangimento ilegal que justifique a concessão do habeas corpus
- 3 Se é admissível o revolvimento do material fático-probatório na via mandamental do habeas corpus
Ratio Decidendi
A pronúncia foi mantida porque estava fundamentada na comprovação da materialidade do crime e na existência de indícios suficientes de autoria, e o habeas corpus não é meio para reexaminar o conjunto fático-probatório, devendo, assim, ser negado provimento ao agravo regimental.
Court Disposition
Agravo regimental não provido
Orders
- Negar provimento ao agravo regimental
- Manter a decisão agravada que não conheceu do habeas corpus e a decisão de pronúncia
Full Case Text
Judgment text and source record
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