RHC 226309 - DECISAO
O recurso foi conhecido em parte e negado provimento porque: (i) determinadas alegações não foram examinadas no acórdão impugnado e, portanto, não podem ser apreciadas pelo STJ sem supressão de instância; (ii) outras matérias já haviam sido decididas pela Primeira Câmara Criminal em habeas corpus anterior, configurando reiteração de pedido sem fato novo; e (iii) o prazo de custódia (aproximadamente 10 meses) não foi considerado excessivo diante das particularidades e atos processuais do caso, justificando a manutenção da prisão preventiva nos termos do acórdão recorrido.
- Parties
- Paciente / Recorrente: LEONIDAS DA COSTA TEIXEIRA SOUZA; Órgão Julgador Recorrido: Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 03 November 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus (recurso Em Habeas Corpus) / Decisão De Relator No Superior Tribunal De Justiça (conheço Em Parte E Nego Provimento)
- Outcome
- Conheço em parte do recurso e nego-lhe provimento.
- Legal Topics
- Habeas Corpus, Prisão Preventiva, Tráfico De Drogas, Tortura (tentativa), Corrupção De Menores, Excesso De Prazo, Medidas Cautelares Diversas Da Prisão, Reiteração De Pedido
Case Brief
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Parties
LEONIDAS DA COSTA TEIXEIRA SOUZA
Paciente / Recorrente
Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso
Órgão Julgador Recorrido
Procedural Posture
Habeas Corpus (recurso Em Habeas Corpus) / Decisão De Relator No Superior Tribunal De Justiça (conheço Em Parte E Nego Provimento)
Legal Issues
- 1 ilegalidade da prisão em flagrante (alegação de ausência de fundada suspeita na abordagem)
- 2 ausência de contemporaneidade entre os fatos e a manutenção da prisão
- 3 insuficiência de indícios de autoria dos crimes imputados
Ratio Decidendi
O recurso foi conhecido em parte e negado provimento porque: (i) determinadas alegações não foram examinadas no acórdão impugnado e, portanto, não podem ser apreciadas pelo STJ sem supressão de instância; (ii) outras matérias já haviam sido decididas pela Primeira Câmara Criminal em habeas corpus anterior, configurando reiteração de pedido sem fato novo; e (iii) o prazo de custódia (aproximadamente 10 meses) não foi considerado excessivo diante das particularidades e atos processuais do caso, justificando a manutenção da prisão preventiva nos termos do acórdão recorrido.
Court Disposition
Conheço em parte do recurso e nego-lhe provimento.
Orders
- Intimem-se.
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