HC 1055435 - DECISAO
Não se conheceu do habeas corpus porque o remédio adequado contra acórdão que denegou a ordem na origem é o recurso ordinário; subsidiariamente, não se identificou ilegalidade flagrante que autorizasse concessão de ofício. A prisão preventiva foi considerada devidamente fundamentada nos termos do art. 312 do CPP em razão da gravidade concreta do delito, do modus operandi e de condenação anterior, indicando risco de reiteração delitiva; não houve comprovação inequívoca da extrema debilidade por doença grave exigida pelo art. 318, II, do CPP para autorizar prisão domiciliar, sendo informado ainda que a unidade prisional providencia tratamento e medicação ao custodiado.
- Parties
- Paciente: PEDRO HENRIQUE D OLIVEIRA; Co Réu: RICHARD ALEXANDRE DE ALMEIDA; Órgão Julgador: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 17 December 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento
- Outcome
- não conheço do habeas corpus
- Legal Topics
- Habeas Corpus, Prisão Preventiva, Prisão Domiciliar Humanitária, Internação Provisória, Transtornos Mentais, Medidas Cautelares, Reiteração Delitiva, Saúde Prisional
Case Brief
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Parties
PEDRO HENRIQUE D OLIVEIRA
Paciente
RICHARD ALEXANDRE DE ALMEIDA
Co Réu
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO
Órgão Julgador
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento
Legal Issues
- 1 Substituição da prisão preventiva por prisão domiciliar por motivo de doença grave (art. 318, II, CPP)
- 2 Possibilidade de habeas corpus quando usado em substituição a recurso próprio
- 3 Concessão de habeas corpus de ofício em caso de ilegalidade flagrante (art. 654, §2º, CPP)
Ratio Decidendi
Não se conheceu do habeas corpus porque o remédio adequado contra acórdão que denegou a ordem na origem é o recurso ordinário; subsidiariamente, não se identificou ilegalidade flagrante que autorizasse concessão de ofício. A prisão preventiva foi considerada devidamente fundamentada nos termos do art. 312 do CPP em razão da gravidade concreta do delito, do modus operandi e de condenação anterior, indicando risco de reiteração delitiva; não houve comprovação inequívoca da extrema debilidade por doença grave exigida pelo art. 318, II, do CPP para autorizar prisão domiciliar, sendo informado ainda que a unidade prisional providencia tratamento e medicação ao custodiado.
Court Disposition
não conheço do habeas corpus
Orders
- Publique-se
- Intimem-se
Full Case Text
Judgment text and source record
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