HC 1056227 - DECISAO
Não conhecer do habeas corpus porque a matéria relativa à ilicitude do acesso ao celular já foi analisada em precedente desta Corte e pelo Tribunal de origem, que concluiu pela existência de consentimento do detentor e pela regularidade da apreensão e documentação das provas; a alegação de quebra da cadeia de custódia não foi examinada na origem de forma a permitir apreciação pelos tribunais superiores sem supressão de instância; além disso, não se verifica flagrante ilegalidade que justifique concessão de ofício do writ, sendo vedado o revolvimento fático-probatório em habeas corpus.
- Parties
- Paciente: RYAN ISAÍAS BRAGA; Autoridade Coatora: Tribunal de Justiça do Estado do Acre; Manifestante: Ministério Público Federal; Corréu: Welliton Lopes Mourão; Corréu: Geovane Silva Ribeiro; Corréu: Éricles Gurgel de Almeida; Corréu: Jeferson da Silva Lopes
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 27 March 2026
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento (não Conheço Do Mandamus)
- Outcome
- Não conheço do habeas corpus (não conheço do mandamus).
- Legal Topics
- Habeas Corpus, Tráfico De Drogas, Associação Para O Tráfico, Prova Digital (acesso a Celular), Cadeia De Custódia, Ilegitimidade De Prova, Tráfico Privilegiado, Regime Prisional, Revisão Criminal, Supressão De Instância
Case Brief
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Parties
RYAN ISAÍAS BRAGA
Paciente
Tribunal de Justiça do Estado do Acre
Autoridade Coatora
Ministério Público Federal
Manifestante
Welliton Lopes Mourão
Corréu
Geovane Silva Ribeiro
Corréu
Éricles Gurgel de Almeida
Corréu
Jeferson da Silva Lopes
Corréu
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento (não Conheço Do Mandamus)
Legal Issues
- 1 ilegitimidade da obtenção de dados em celular sem autorização judicial
- 2 quebra da cadeia de custódia de provas digitais
- 3 suficiência da fundamentação da sentença
Ratio Decidendi
Não conhecer do habeas corpus porque a matéria relativa à ilicitude do acesso ao celular já foi analisada em precedente desta Corte e pelo Tribunal de origem, que concluiu pela existência de consentimento do detentor e pela regularidade da apreensão e documentação das provas; a alegação de quebra da cadeia de custódia não foi examinada na origem de forma a permitir apreciação pelos tribunais superiores sem supressão de instância; além disso, não se verifica flagrante ilegalidade que justifique concessão de ofício do writ, sendo vedado o revolvimento fático-probatório em habeas corpus.
Court Disposition
Não conheço do habeas corpus (não conheço do mandamus).
Orders
- Decisão: não conheço do habeas corpus.
- Publique-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
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