HC 1077188 - DECISAO
Não conhecer do habeas corpus porque a impetração funciona como substituto de recurso próprio, não foi demonstrada flagrante ilegalidade e a revisão criminal já foi apreciada e julgada improcedente por ausência de nova prova ou fato superveniente e por vedação de utilização da revisão como segundo recurso, motivo pelo qual não cabe concessão da ordem.
- Parties
- Paciente: JEAN LIRA DA SILVA; Órgão Julgador: Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas; Manifestante: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 07 April 2026
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento
- Outcome
- não conheço do presente habeas corpus
- Legal Topics
- Habeas Corpus, Revisão Criminal, Tráfico De Drogas, Intempestividade Recursal, Coisa Julgada, Prova Nova, Cabimento Recursal
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
JEAN LIRA DA SILVA
Paciente
Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas
Órgão Julgador
Ministério Público Federal
Manifestante
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento
Legal Issues
- 1 cabimento de habeas corpus em substituição a recurso próprio
- 2 intempestividade da apelação ministerial
- 3 cabimento da revisão criminal nos termos do art. 621 do CPP
Ratio Decidendi
Não conhecer do habeas corpus porque a impetração funciona como substituto de recurso próprio, não foi demonstrada flagrante ilegalidade e a revisão criminal já foi apreciada e julgada improcedente por ausência de nova prova ou fato superveniente e por vedação de utilização da revisão como segundo recurso, motivo pelo qual não cabe concessão da ordem.
Court Disposition
não conheço do presente habeas corpus
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment