RHC 228700 - DECISAO

RHC 228700 - DECISAO

Não conhecer do recurso ordinário porque não se verifica flagrante ilegalidade que autorize a concessão da ordem; o recorrente entregou voluntariamente celular com senha e agenda, impedindo alegação de nulidade nos termos do art. 565 do CPP; as apreensões dizem respeito à investigação e não ao exercício da advocacia; e a desconstituição da conclusão da instância ordinária demandaria revolvimento do arcabouço fático-probatório, o que é vedado na via estreita do habeas corpus.

Parties
Recorrente: ROBERTO MARCONDES DE AZEVEDO; Tribunal De Origem: Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina; Manifestante: Ministério Público
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
08 April 2026
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento Pelo Superior Tribunal De Justiça
Outcome
Não conheço do recurso ordinário em habeas corpus
Legal Topics
Habeas Corpus, Prerrogativas Da Advocacia, Busca E Apreensão, Nulidade Processual, Competência Do STJ, Inadmissibilidade Por Reexame De Fatos E Provas

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 6 Authorities cited 10 Party arguments 2
Sign in to unlock

Parties

ROBERTO MARCONDES DE AZEVEDO

Recorrente

Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina

Tribunal De Origem

Ministério Público

Manifestante

Procedural Posture

Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento Pelo Superior Tribunal De Justiça

  1. 1 nulidade da diligência de busca e apreensão por suposta violação das prerrogativas da advocacia (art. 7º, II e §6º, Lei n. 8.906/94)
  2. 2 declaração de ilicitude e desentranhamento de provas obtidas em busca e apreensão
  3. 3 cabimento do habeas corpus como sucedâneo de recurso próprio

Ratio Decidendi

Não conhecer do recurso ordinário porque não se verifica flagrante ilegalidade que autorize a concessão da ordem; o recorrente entregou voluntariamente celular com senha e agenda, impedindo alegação de nulidade nos termos do art. 565 do CPP; as apreensões dizem respeito à investigação e não ao exercício da advocacia; e a desconstituição da conclusão da instância ordinária demandaria revolvimento do arcabouço fático-probatório, o que é vedado na via estreita do habeas corpus.

Court Disposition

Não conheço do recurso ordinário em habeas corpus

Orders

  • Não conhecer do recurso ordinário em habeas corpus
  • Publique-se