HC 1063495 - DECISAO
O relator entendeu que, ainda que o habeas corpus substitua recurso próprio e devesse ser, em princípio, não conhecido, era razoável conhecer subsidiariamente para verificar eventual constrangimento ilegal. Constatou-se a existência de imagens de videomonitoramento, apreensões (celulares, placas e peças), relatório preliminar com indícios de vinculação do paciente a organização criminosa e ausência de demonstração de prejuízo concreto pela defesa quanto à prova digital; diante desses elementos concretos houve fumus comissi delicti e periculosidade concreta, justificando a conversão da prisão temporária em preventiva e sua manutenção, sendo inviável, na via estreita do habeas corpus, o...
- Parties
- Paciente: FRANCISCO LEONARDO LIRA DE MELO; Autoridade Coatora: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE; Fiscal Da Lei: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 08 April 2026
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão Monocrática De Relator; Não Conhecimento Pelo STJ (art. 34, Xx, Ristj)
- Outcome
- Não conheço do presente habeas corpus (art. 34, XX, RISTJ).
- Legal Topics
- Habeas Corpus, Prisão Preventiva, Busca E Apreensão, Prova Digital, Cadeia De Custódia, Organização Criminosa, Reconsideração De Medidas Cautelares
Case Brief
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Parties
FRANCISCO LEONARDO LIRA DE MELO
Paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE
Autoridade Coatora
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
Fiscal Da Lei
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão Monocrática De Relator; Não Conhecimento Pelo STJ (art. 34, Xx, Ristj)
Legal Issues
- 1 nulidade de prova digital e quebra da cadeia de custódia
- 2 ausência de justa causa para busca e apreensão
- 3 conversão de prisão temporária em preventiva
Ratio Decidendi
O relator entendeu que, ainda que o habeas corpus substitua recurso próprio e devesse ser, em princípio, não conhecido, era razoável conhecer subsidiariamente para verificar eventual constrangimento ilegal. Constatou-se a existência de imagens de videomonitoramento, apreensões (celulares, placas e peças), relatório preliminar com indícios de vinculação do paciente a organização criminosa e ausência de demonstração de prejuízo concreto pela defesa quanto à prova digital; diante desses elementos concretos houve fumus comissi delicti e periculosidade concreta, justificando a conversão da prisão temporária em preventiva e sua manutenção, sendo inviável, na via estreita do habeas corpus, o...
Court Disposition
Não conheço do presente habeas corpus (art. 34, XX, RISTJ).
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
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