HC 1067261 - DECISAO
A ordem foi denegada porque o agravo em execução interposto contra o reconhecimento da falta grave encontra-se pendente de julgamento colegiado no tribunal de origem, de modo que o exame imediato pelo STJ configuraria supressão de instância; não há flagrante ilegalidade a justificar atuação de ofício; a jurisprudência do STJ estende-se no sentido de que não é exigível perícia para consignar posse de aparelho celular como falta grave; o requisito objetivo para o livramento condicional só será atingido em maio de 2027 e a verificação do requisito subjetivo (bom comportamento) demanda instrução probatória incompatível com a via estreita do habeas corpus.
- Parties
- Impetrante/paciente: ROBSON PRADO BARBOSA; Autoridade Coatora: Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo; Juízo a Quo: Juízo da Unidade Regional de Departamento Estadual de Execução Criminal (DEECRIM 2ª RAJ - Araçatuba); Manifestante: Defensoria Pública da União; Manifestante: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 24 April 2026
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão De Denegação Pelo Superior Tribunal De Justiça (ordem Denegada)
- Outcome
- habeas corpus denegado
- Legal Topics
- Habeas Corpus, Livramento Condicional, Falta Grave, Regressão De Regime, Perda De Dias Remidos, Supressão De Instância, Prova Pericial
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
ROBSON PRADO BARBOSA
Impetrante/paciente
Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo
Autoridade Coatora
Juízo da Unidade Regional de Departamento Estadual de Execução Criminal (DEECRIM 2ª RAJ - Araçatuba)
Juízo a Quo
Defensoria Pública da União
Manifestante
Ministério Público Federal
Manifestante
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão De Denegação Pelo Superior Tribunal De Justiça (ordem Denegada)
Legal Issues
- 1 Cabimento de habeas corpus enquanto recurso de agravo em execução está pendente (risco de supressão de instância)
- 2 Necessidade de perícia em aparelho celular para caracterização da falta grave
- 3 Efeito da falta grave sobre o prazo e os requisitos para livramento condicional
Ratio Decidendi
A ordem foi denegada porque o agravo em execução interposto contra o reconhecimento da falta grave encontra-se pendente de julgamento colegiado no tribunal de origem, de modo que o exame imediato pelo STJ configuraria supressão de instância; não há flagrante ilegalidade a justificar atuação de ofício; a jurisprudência do STJ estende-se no sentido de que não é exigível perícia para consignar posse de aparelho celular como falta grave; o requisito objetivo para o livramento condicional só será atingido em maio de 2027 e a verificação do requisito subjetivo (bom comportamento) demanda instrução probatória incompatível com a via estreita do habeas corpus.
Court Disposition
habeas corpus denegado
Orders
- Denego o habeas corpus.
- Publique-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment