RHC 234859 - DECISAO
O Tribunal concluiu não haver constrangimento ilegal por excesso de prazo porque o processo apresenta complexidade (homicídio qualificado, dois denunciados, diligências e prova pericial), não houve desídia judicial, a audiência foi designada na primeira data útil e a duração até a instrução é razoável; manteve-se a prisão preventiva pois há fundamentação concreta quanto à garantia da ordem pública e risco de reiteração delitiva (gravidade concreta, modus operandi, histórico de fatos e fuga), sendo as medidas do art. 319 do CPP inadequadas ao caso.
- Parties
- Paciente/recorrente: ANTONIO VICTOR PEREIRA CIRILO DA SILVA; Tribunal a Quo: Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe (Tribunal a quo); Órgão Ministerial/parte Interessada: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 30 April 2026
- Procedural Posture
- Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Julgamento No Superior Tribunal De Justiça (decisão Colegiada)
- Outcome
- Nego provimento ao recurso ordinário em habeas corpus.
- Legal Topics
- Habeas Corpus, Prisão Preventiva, Excesso De Prazo Na Formação Da Culpa, Tribunal Do Júri, Medidas Cautelares Diversas Da Prisão, Fundamentação Da Decisão Judicial
Case Brief
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Parties
ANTONIO VICTOR PEREIRA CIRILO DA SILVA
Paciente/recorrente
Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe (Tribunal a quo)
Tribunal a Quo
Ministério Público Federal
Órgão Ministerial/parte Interessada
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Julgamento No Superior Tribunal De Justiça (decisão Colegiada)
Legal Issues
- 1 excesso de prazo na formação da culpa
- 2 manutenção da prisão preventiva e possibilidade de substituição por medidas cautelares diversas
Ratio Decidendi
O Tribunal concluiu não haver constrangimento ilegal por excesso de prazo porque o processo apresenta complexidade (homicídio qualificado, dois denunciados, diligências e prova pericial), não houve desídia judicial, a audiência foi designada na primeira data útil e a duração até a instrução é razoável; manteve-se a prisão preventiva pois há fundamentação concreta quanto à garantia da ordem pública e risco de reiteração delitiva (gravidade concreta, modus operandi, histórico de fatos e fuga), sendo as medidas do art. 319 do CPP inadequadas ao caso.
Court Disposition
Nego provimento ao recurso ordinário em habeas corpus.
Orders
- Nego provimento ao recurso ordinário em habeas corpus.
- Recomendo ao Juízo processante que promova a conclusão célere da instrução.
Full Case Text
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