RHC 230623 - ACORDAO
O agravo regimental foi negado porque o habeas corpus não é meio adequado para substituir revisão criminal contra acórdão já transitado em julgado, salvo flagrante ilegalidade, e houve preclusão temporal em razão do longo decurso de tempo; além disso, a intimação realizada ao final da sessão do Tribunal do Júri, com presença de réu e defensor e assinaturas, é válida nos termos do art. 798, §5º, b, do CPP, e não existe obrigação legal de que o juiz indague o réu sobre o interesse em recorrer (princípio da voluntariedade recursal).
- Parties
- Agravante: DIOGO FERNANDO PEREIRA; Órgão Jurisdicional Recorrido: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ; Órgão Julgador: SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 11 May 2026
- Procedural Posture
- Agravo Regimental Em Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão Colegiada (julgamento Pela Quinta Turma)
- Outcome
- Agravo regimental não provido
- Legal Topics
- Habeas Corpus, Revisão Criminal, Tribunal Do Júri, Intimação Em Plenário, Preclusão Temporal, Voluntariedade Recursal
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
DIOGO FERNANDO PEREIRA
Agravante
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ
Órgão Jurisdicional Recorrido
SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA
Órgão Julgador
Procedural Posture
Agravo Regimental Em Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão Colegiada (julgamento Pela Quinta Turma)
Legal Issues
- 1 Admissibilidade do habeas corpus como substitutivo de revisão criminal contra acórdão já transitado em julgado (preclusão temporal sui generis)
- 2 Validade da intimação da sentença ao final da sessão do Tribunal do Júri e obrigação de indagar o réu sobre o interesse em recorrer
Ratio Decidendi
O agravo regimental foi negado porque o habeas corpus não é meio adequado para substituir revisão criminal contra acórdão já transitado em julgado, salvo flagrante ilegalidade, e houve preclusão temporal em razão do longo decurso de tempo; além disso, a intimação realizada ao final da sessão do Tribunal do Júri, com presença de réu e defensor e assinaturas, é válida nos termos do art. 798, §5º, b, do CPP, e não existe obrigação legal de que o juiz indague o réu sobre o interesse em recorrer (princípio da voluntariedade recursal).
Court Disposition
Agravo regimental não provido
Orders
- Agravo regimental não provido
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment