HC 789726 - ACORDAO
Negou-se provimento ao agravo regimental porque o writ foi manejado como sucedâneo de revisão criminal contra acórdão já transitado em julgado, matéria reiterada em agravo em recurso especial (violação do princípio da unirrecorribilidade), não havendo inovação que permita superar a inadmissibilidade; além disso, a alegação de nulidade do reconhecimento por exposição prévia em WhatsApp não foi examinada pelo tribunal de origem, o que impediria sua análise sem supressão de instância; não foi demonstrada manifesta ilegalidade que autorizasse concessão de ofício, e o Tribunal a quo considerou haver provas independentes que ampararam a condenação, nos termos do leading case HC n. 598.886/SC.
- Parties
- Agravante/impetrante: ANDRESSA DE OLIVEIRA; Agravante/impetrante: LUAN CARLOS DE OLIVEIRA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 21 March 2024
- Procedural Posture
- Agravo Regimental Em Habeas Corpus / Julgamento Colegiado Decisão Denegatória Pela Sexta Turma
- Outcome
- Agravo regimental desprovido
- Legal Topics
- Habeas Corpus Como Sucedâneo De Revisão Criminal, Acórdão Transitado Em Julgado, Reconhecimento De Pessoas, Nulidade Do Reconhecimento, Supressão De Instância, Princípio Da Unirrecorribilidade, Art. 226 Do CPP, Concessão De Ofício De Ordem De Habeas Corpus
Case Brief
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Parties
ANDRESSA DE OLIVEIRA
Agravante/impetrante
LUAN CARLOS DE OLIVEIRA
Agravante/impetrante
Procedural Posture
Agravo Regimental Em Habeas Corpus / Julgamento Colegiado Decisão Denegatória Pela Sexta Turma
Legal Issues
- 1 Admissibilidade de habeas corpus para desconstituir acórdão transitado em julgado (uso como sucedâneo de revisão criminal)
- 2 Nulidade do reconhecimento por visualização prévia de fotos em WhatsApp e sua aferição
- 3 Supressão de instância e impossibilidade de revolver prova na via estreita do writ
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo regimental porque o writ foi manejado como sucedâneo de revisão criminal contra acórdão já transitado em julgado, matéria reiterada em agravo em recurso especial (violação do princípio da unirrecorribilidade), não havendo inovação que permita superar a inadmissibilidade; além disso, a alegação de nulidade do reconhecimento por exposição prévia em WhatsApp não foi examinada pelo tribunal de origem, o que impediria sua análise sem supressão de instância; não foi demonstrada manifesta ilegalidade que autorizasse concessão de ofício, e o Tribunal a quo considerou haver provas independentes que ampararam a condenação, nos termos do leading case HC n. 598.886/SC.
Court Disposition
Agravo regimental desprovido
Orders
- Pedido veiculado na exordial não conhecido
- Agravo regimental desprovido
Full Case Text
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