HC 1059868 - ACORDAO

HC 1059868 - ACORDAO

Por se tratar de matéria que exigiria revolvimento do conjunto fático-probatório e não havendo flagrante ilegalidade ou teratologia na decisão impugnada, o habeas corpus, manejado como sucedâneo de recurso próprio, não pode ser conhecido; assim, afastam‑se a desclassificação para o art. 28, a atipicidade pela pequena quantidade de droga e a readequação da dosimetria, mantendo‑se a reincidência e o regime inicial fechado.

Parties
Agravante (paciente): LUIS CESAR DE CARVALHO
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
19 May 2026
Procedural Posture
Agravo Regimental Em Habeas Corpus / Julgamento Acórdão (agravo Regimental Desprovido)
Outcome
Agravo regimental desprovido
Legal Topics
Habeas Corpus Como Sucedâneo Recursal, Tráfico De Drogas, Desclassificação Para Uso (art. 28 Da Lei N. 11.343/2006), Dosimetria Da Pena, Regime Prisional, Princípio Da Insignificância, Reincidência

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Parties

LUIS CESAR DE CARVALHO

Agravante (paciente)

Procedural Posture

Agravo Regimental Em Habeas Corpus / Julgamento Acórdão (agravo Regimental Desprovido)

  1. 1 possibilidade de conhecer habeas corpus utilizado como sucedâneo de recurso próprio para desclassificação de art. 33 para art. 28 da Lei n. 11.343/2006
  2. 2 aplicação do princípio da insignificância/atipicidade material pela pequena quantidade de droga apreendida
  3. 3 revisão da dosimetria (afastamento da reincidência, aplicação do art. 33, § 4º, da Lei n. 11.343/2006 e fixação de regime inicial mais brando)

Ratio Decidendi

Por se tratar de matéria que exigiria revolvimento do conjunto fático-probatório e não havendo flagrante ilegalidade ou teratologia na decisão impugnada, o habeas corpus, manejado como sucedâneo de recurso próprio, não pode ser conhecido; assim, afastam‑se a desclassificação para o art. 28, a atipicidade pela pequena quantidade de droga e a readequação da dosimetria, mantendo‑se a reincidência e o regime inicial fechado.

Court Disposition

Agravo regimental desprovido

Orders

  • Negar provimento ao agravo regimental.
  • Manter a condenação pelo art. 33, caput, da Lei n. 11.343/2006, com pena fixada em 5 anos e 10 meses de reclusão, em regime inicial fechado.