HC 988022 - DECISAO
O habeas corpus não foi conhecido porque a impetração funciona como substituto de recurso ordinariamente cabível, não estando demonstrada flagrante ilegalidade apta a autorizar conhecimento de ofício; além disso, a decisão de pronúncia do juízo de primeira instância está fundamentada em prova judicializada (depoimentos colhidos em juízo, em especial o reconhecimento pela testemunha ocular Maria Iara e relatos de policiais), de modo que não se verifica ilegalidade manifesto a ser sanada na via mandamental, e eventual discussão sobre prisão preventiva ou despronúncia deve ser apreciada previamente pelas instâncias originárias para evitar supressão de instância.
- Parties
- Paciente: RIVELLINO TALLES DA SILVA LOIOLA; Órgão Prolator Do Acórdão: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO CEARÁ; Órgão Ministerial Que Emitiu Parecer: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 21 May 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento Do Writ (habeas Corpus Substitutivo De Recurso)
- Outcome
- Não conheço do habeas corpus
- Legal Topics
- Habeas Corpus Substitutivo De Recurso, Pronúncia, Prisão Preventiva, In Dubio Pro Reo, Prova Testemunhal, Supressão De Instância
Case Brief
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Parties
RIVELLINO TALLES DA SILVA LOIOLA
Paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO CEARÁ
Órgão Prolator Do Acórdão
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
Órgão Ministerial Que Emitiu Parecer
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento Do Writ (habeas Corpus Substitutivo De Recurso)
Legal Issues
- 1 Admissibilidade do habeas corpus como substituto de recurso
- 2 Presença de flagrante ilegalidade apta a autorizar conhecimento de ofício
- 3 Existência de justa causa/indícios mínimos para pronúncia
Ratio Decidendi
O habeas corpus não foi conhecido porque a impetração funciona como substituto de recurso ordinariamente cabível, não estando demonstrada flagrante ilegalidade apta a autorizar conhecimento de ofício; além disso, a decisão de pronúncia do juízo de primeira instância está fundamentada em prova judicializada (depoimentos colhidos em juízo, em especial o reconhecimento pela testemunha ocular Maria Iara e relatos de policiais), de modo que não se verifica ilegalidade manifesto a ser sanada na via mandamental, e eventual discussão sobre prisão preventiva ou despronúncia deve ser apreciada previamente pelas instâncias originárias para evitar supressão de instância.
Court Disposition
Não conheço do habeas corpus
Orders
- Não conheço do habeas corpus.
- Publique-se.
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