AREsp 1936311 - ACORDAO

AREsp 1936311 - ACORDAO

Negou-se provimento ao agravo interno porque o acórdão recorrido decidiu em consonância com a jurisprudência consolidada do STJ, aplicando a Súmula 308/STJ para proteger o adquirente de boa-fé e, por conseguinte, incidindo a Súmula 83/STJ, o que impede a reforma por meio do recurso especial interposto.

Parties
Agravante: Caixa Econômica Federal; Recorrida: parte autora
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
28 October 2021
Procedural Posture
Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Julgado Pela TERCEIRA TURMA Acórdão
Outcome
Agravo interno desprovido
Legal Topics
Hipoteca, Súmula 308/stj, Súmula 83/stj, Lei 13.097/2015, Arts. 54 E 55 Da Lei 13.097/2015, Aquisição De Boa Fé, Alienação Fiduciária, Cancelamento De Hipoteca

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 4 Authorities cited 10 Party arguments 2
Sign in to unlock

Parties

Caixa Econômica Federal

Agravante

parte autora

Recorrida

Procedural Posture

Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Julgado Pela TERCEIRA TURMA Acórdão

  1. 1 Aplicabilidade da Súmula 308/STJ às hipotecas firmadas entre construtora e agente financeiro em relação aos adquirentes de boa-fé
  2. 2 Incidência da Súmula 83/STJ quanto à admissibilidade/obstáculo ao recurso especial
  3. 3 Compatibilidade e aplicação da Lei 13.097/2015 (arts. 54 e 55) com o entendimento consolidado do STJ sobre a Súmula 308/STJ

Ratio Decidendi

Negou-se provimento ao agravo interno porque o acórdão recorrido decidiu em consonância com a jurisprudência consolidada do STJ, aplicando a Súmula 308/STJ para proteger o adquirente de boa-fé e, por conseguinte, incidindo a Súmula 83/STJ, o que impede a reforma por meio do recurso especial interposto.

Court Disposition

Agravo interno desprovido

Orders

  • Negar provimento ao agravo interno
  • Manter o acórdão recorrido e a sentença de primeiro grau