AREsp 1695422 - ACORDAO
Mantém-se a decisão agravada porque o Tribunal de origem apreciou diretamente as questões suscitadas, reconheceu como abusiva a recusa de cobertura de home care prescrita por médico e configurou dano moral, e a pretensão de reforma demandaria reexame de fatos e cláusulas contratuais vedado pelo óbice das Súmulas 7 e 83 do STJ; o quantum de R$ 10.000,00 não se mostrou irrisório ou excessivo.
- Parties
- Agravante: FUNDAÇÃO ASSISTENCIAL DOS SERVIDORES DO MINISTÉRIO DA FAZENDA - FUNDAÇÃO ASSEFAZ; Agravada: Maria Helena Rodrigues das Chagas
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 28 May 2021
- Procedural Posture
- Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Acórdão (quarta Turma)
- Outcome
- Agravo interno desprovido
- Legal Topics
- Home Care, Recusa De Cobertura, Dano Moral, Óbitos Recursais (súmula 7/stj, Súmula 83/stj), Responsabilidade Civil
Case Brief
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Parties
FUNDAÇÃO ASSISTENCIAL DOS SERVIDORES DO MINISTÉRIO DA FAZENDA - FUNDAÇÃO ASSEFAZ
Agravante
Maria Helena Rodrigues das Chagas
Agravada
Procedural Posture
Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Acórdão (quarta Turma)
Legal Issues
- 1 ofensa aos artigos 489 e 1.022 do CPC/15 (alegada omissão)
- 2 abusividade de cláusula contratual que veda internação domiciliar (home care)
- 3 incidência das Súmulas 7 e 83 do STJ como óbice ao recurso especial
Ratio Decidendi
Mantém-se a decisão agravada porque o Tribunal de origem apreciou diretamente as questões suscitadas, reconheceu como abusiva a recusa de cobertura de home care prescrita por médico e configurou dano moral, e a pretensão de reforma demandaria reexame de fatos e cláusulas contratuais vedado pelo óbice das Súmulas 7 e 83 do STJ; o quantum de R$ 10.000,00 não se mostrou irrisório ou excessivo.
Court Disposition
Agravo interno desprovido
Orders
- Negar provimento ao agravo interno.
- Não aplicar a multa prevista no art. 1.021, § 4º, do CPC/15, por ausência de intuito meramente protelatório.
Full Case Text
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