AREsp 1669189 - ACORDAO
Negou-se provimento ao agravo regimental porque o Judiciário pode conceder habeas corpus de ofício para impedir constrangimento ilegal e porque a Corte de origem concluiu pela comprovação indubitável da legítima defesa, cuja revisão implicaria reexame do conjunto fático-probatório, providência vedada pela Súmula 7/STJ.
- Parties
- Agravante: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL; Recorrido: MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE MINAS GERAIS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 11 June 2021
- Procedural Posture
- Agravo Regimental No Agravo Em Recurso Especial / Decisão Colegiada (quinta Turma)
- Outcome
- Agravo regimental desprovido
- Legal Topics
- Homicídio, Habeas Corpus De Ofício, Absolvição Sumária, Legítima Defesa, Súmula 7/stj, Art. 654, § 2º, Do CPP
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
Agravante
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE MINAS GERAIS
Recorrido
Procedural Posture
Agravo Regimental No Agravo Em Recurso Especial / Decisão Colegiada (quinta Turma)
Legal Issues
- 1 possibilidade de concessão de habeas corpus de ofício pelo Judiciário
- 2 afastamento da absolvição sumária por legítima defesa e necessidade de reexame do conjunto fático-probatório
- 3 preclusão quanto à absolvição sumária concedida de ofício
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo regimental porque o Judiciário pode conceder habeas corpus de ofício para impedir constrangimento ilegal e porque a Corte de origem concluiu pela comprovação indubitável da legítima defesa, cuja revisão implicaria reexame do conjunto fático-probatório, providência vedada pela Súmula 7/STJ.
Court Disposition
Agravo regimental desprovido
Orders
- Negar provimento ao agravo regimental
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment