RHC 139860 - ACORDAO
Mantida a prisão preventiva porque, embora o paciente esteja preso há mais de três anos, a complexidade do processo, a pena abstrata dos delitos, a existência de pronúncia e a pandemia que obstaculizou atos processuais não configuram excesso de prazo injustificado; além disso, decisão anterior (HC 512.606/RS) reconheceu a necessidade da custódia por risco de reiteração delitiva, e o Recorrente não comprovou doença grave, condições prisionais inadequadas ou preenchimento dos requisitos da Recomendação n. 62/2020 do CNJ para concessão de prisão domiciliar.
- Parties
- Recorrente: DOUGLAS CRISTIAN HIDALGO DE MOURA; Tribunal a Quo: Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul; Ministerio Publico Federal: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 24 August 2021
- Procedural Posture
- Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Julgamento Pela Sexta Turma Do Superior Tribunal De Justiça (decisão Colegiada Negando Provimento)
- Outcome
- Recurso ordinário em habeas corpus desprovido (ordem denegada)
- Legal Topics
- Homicídio Qualificado, Corrupção De Menores, Prisão Preventiva, Excesso De Prazo Na Formação Da Culpa, Prisão Domiciliar, Recomendação CNJ 62/2020, Súmula 21 STJ, Súmula 64 STJ
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
DOUGLAS CRISTIAN HIDALGO DE MOURA
Recorrente
Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul
Tribunal a Quo
Ministério Público Federal
Ministerio Publico Federal
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Julgamento Pela Sexta Turma Do Superior Tribunal De Justiça (decisão Colegiada Negando Provimento)
Legal Issues
- 1 excesso de prazo na formação da culpa
- 2 legalidade do decreto de prisão preventiva já analisada em HC transitado em julgado
- 3 requisitos para concessão de prisão domiciliar nos termos da Recomendação n. 62/2020 do CNJ
Ratio Decidendi
Mantida a prisão preventiva porque, embora o paciente esteja preso há mais de três anos, a complexidade do processo, a pena abstrata dos delitos, a existência de pronúncia e a pandemia que obstaculizou atos processuais não configuram excesso de prazo injustificado; além disso, decisão anterior (HC 512.606/RS) reconheceu a necessidade da custódia por risco de reiteração delitiva, e o Recorrente não comprovou doença grave, condições prisionais inadequadas ou preenchimento dos requisitos da Recomendação n. 62/2020 do CNJ para concessão de prisão domiciliar.
Court Disposition
Recurso ordinário em habeas corpus desprovido (ordem denegada)
Orders
- Recurso ordinário em habeas corpus desprovido (ordem denegada)
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment