AREsp 1674333 - ACORDAO
Negou-se provimento ao agravo regimental porque a Corte estadual constatou peremptoriamente a inexistência de indícios de participação dos agravados no homicídio imputado, e o STJ não pode modificar tal conclusão sem revolver o material fático-probatório, o que é vedado pela Súmula n. 7 do STJ.
- Parties
- Agravante: Ministério Público Federal; Agravante: Ministério Público do Estado de Goiás; Agravado: Reginaldo Felisbino Rosa; Agravado: Weber Soares Chagas
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 17 December 2021
- Procedural Posture
- Agravo Regimental No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Colegiado (sexta Turma)
- Outcome
- agravo regimental não provido
- Legal Topics
- Homicídio Qualificado, Pronúncia E Impronúncia, Competência Do Tribunal Do Júri, Reexame Fático Probatório, Súmula N. 7 Do STJ
Case Brief
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Parties
Ministério Público Federal
Agravante
Ministério Público do Estado de Goiás
Agravante
Reginaldo Felisbino Rosa
Agravado
Weber Soares Chagas
Agravado
Procedural Posture
Agravo Regimental No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Colegiado (sexta Turma)
Legal Issues
- 1 cabimento de interposição concomitante de agravo regimental pelo MPF e pelo MP estadual
- 2 possibilidade de modificação da decisão de impronúncia/pronúncia sem revolvimento do acervo fático-probatório
- 3 aplicação da Súmula n. 7 do STJ para vedar reexame de provas na Corte Superior
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo regimental porque a Corte estadual constatou peremptoriamente a inexistência de indícios de participação dos agravados no homicídio imputado, e o STJ não pode modificar tal conclusão sem revolver o material fático-probatório, o que é vedado pela Súmula n. 7 do STJ.
Court Disposition
agravo regimental não provido
Orders
- Negar provimento ao agravo regimental
Full Case Text
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