RHC 199584 - DECISAO
Não conheço da tese de quebra da cadeia de custódia por ausência de manifestação expressa da autoridade de primeiro grau (evita-se supressão de instância). Quanto às alegações de ilicitude de provas, o Tribunal de origem fundamentadamente concluiu que os prontuários referem-se à vítima e não à acusada, que a requisição policial está amparada pela Lei nº 12.830/13, que a extração de dados foi realizada mediante autorização dos proprietários ou com senhas fornecidas voluntariamente, e que o comprovante de transferência foi juntado pelo próprio titular da conta, não havendo flagrante ilegalidade apta a autorizar a concessão do habeas corpus; por isso, conheço em parte e nego provimento ao...
- Parties
- Paciente/recorrente/acusada: LORENA; Órgão Acusador: Ministério Público; Companheiro Da Vítima/autor Do Comprovante De Transferência: A. C. M.; Testemunha: M. E. O.; Vítima: I.D.
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 26 June 2024
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Recurso Em Habeas Corpus Julgamento
- Outcome
- Conheço em parte e nego provimento ao recurso em habeas corpus.
- Legal Topics
- Homicídio Qualificado, Exercício Ilegal Da Medicina, Fraude Processual, Ilegalidade Das Provas, Cadeia De Custódia, Sigilo Médico, Sigilo Bancário, Perícia Em Aparelhos Eletrônicos, Habeas Corpus
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
LORENA
Paciente/recorrente/acusada
Ministério Público
Órgão Acusador
A. C. M.
Companheiro Da Vítima/autor Do Comprovante De Transferência
M. E. O.
Testemunha
I.D.
Vítima
Procedural Posture
Habeas Corpus / Recurso Em Habeas Corpus Julgamento
Legal Issues
- 1 quebra da cadeia de custódia
- 2 ilegalidade na requisição e juntada de prontuários médicos
- 3 ilegalidade da extração/perícia de dados de aparelhos eletrônicos
Ratio Decidendi
Não conheço da tese de quebra da cadeia de custódia por ausência de manifestação expressa da autoridade de primeiro grau (evita-se supressão de instância). Quanto às alegações de ilicitude de provas, o Tribunal de origem fundamentadamente concluiu que os prontuários referem-se à vítima e não à acusada, que a requisição policial está amparada pela Lei nº 12.830/13, que a extração de dados foi realizada mediante autorização dos proprietários ou com senhas fornecidas voluntariamente, e que o comprovante de transferência foi juntado pelo próprio titular da conta, não havendo flagrante ilegalidade apta a autorizar a concessão do habeas corpus; por isso, conheço em parte e nego provimento ao...
Court Disposition
Conheço em parte e nego provimento ao recurso em habeas corpus.
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment