AREsp 2369182 - DECISAO
O STJ conheceu do agravo e negou provimento ao recurso especial porque a manutenção da pronúncia assentou-se na existência de prova de materialidade (laudo cadavérico) e em depoimentos presenciais que corroboram a perícia, não havendo demonstração de prejuízo decorrente de o laudo ter sido assinado por único perito ad hoc; questões que exigiriam reexame do conjunto probatório são inviáveis na via especial em razão da Súmula 7/STJ; e a alegação de quebra da cadeia de custódia não foi prequestionada pela instância ordinária, impedindo sua análise.
- Parties
- Agravante: ANDRE WASLEY ROCHA DA SILVA; Agravante: ALBERTINO DA SILVA RIBEIRO; Agravante: PAULO APARICIO FELIPE; Agravante: RODRIGO PISSANGO FERREIRA; Respondente: MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO AMAZONAS; Interveniente: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 02 July 2024
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão Do Superior Tribunal De Justiça Conhecendo Do Agravo E Negando Provimento Ao Recurso Especial
- Legal Topics
- Homicídio Qualificado, Laudo Cadavérico, Nulidade Processual, Cadeia De Custódia, Pronúncia, Súmula 7 STJ, Prequestionamento, Princípio Pas De Nullité Sans Grief, In Dubio Pro Societate
Case Brief
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Parties
ANDRE WASLEY ROCHA DA SILVA
Agravante
ALBERTINO DA SILVA RIBEIRO
Agravante
PAULO APARICIO FELIPE
Agravante
RODRIGO PISSANGO FERREIRA
Agravante
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO AMAZONAS
Respondente
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
Interveniente
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão Do Superior Tribunal De Justiça Conhecendo Do Agravo E Negando Provimento Ao Recurso Especial
Legal Issues
- 1 nulidade do laudo cadavérico por ter sido assinado por um único perito ad hoc (art. 159 CPP)
- 2 possibilidade de suprimento do exame de corpo de delito por prova testemunhal (art. 167 CPP)
- 3 quebra da cadeia de custódia
Ratio Decidendi
O STJ conheceu do agravo e negou provimento ao recurso especial porque a manutenção da pronúncia assentou-se na existência de prova de materialidade (laudo cadavérico) e em depoimentos presenciais que corroboram a perícia, não havendo demonstração de prejuízo decorrente de o laudo ter sido assinado por único perito ad hoc; questões que exigiriam reexame do conjunto probatório são inviáveis na via especial em razão da Súmula 7/STJ; e a alegação de quebra da cadeia de custódia não foi prequestionada pela instância ordinária, impedindo sua análise.
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