HC 877477 - DECISAO

HC 877477 - DECISAO

A ordem foi denegada porque a prisão preventiva foi devidamente fundamentada em elementos concretos de materialidade (laudo de necropsia e ocorrência policial) e indícios de autoria obtidos por diversos meios probatórios além do reconhecimento fotográfico, demonstrando a gravidade concreta do homicídio qualificado, seu contexto ligado à narcotraficância e o risco à ordem pública, e porque as nulidades alegadas não tiveram demonstração de efetivo prejuízo que invalidasse a decisão de custódia; por isso, medidas cautelares alternativas foram consideradas insuficientes.

Parties
Representado/acusado: DERYCK DORNELES KUHN; Representado/acusado: DIOMAR DE SOUZACORRÊA; Representado/acusado: JOÃO DIVINO; Autor Intelectual (suspeito): CARLOS ALEXANDRE; Vítima: Bruno Machado da Silveira; Genitora Da Vítima/testemunha: LUCIRENE DEBARCELOS MACHADO; Tia Da Vítima/testemunha: ELENCRISTIANE DE BARCELO MACHADO
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
08 April 2024
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão Denegatória (liminar Indeferida, Informações Prestadas, Mérito Decidido)
Outcome
ordem denegada
Legal Topics
Homicídio Qualificado, Prisão Preventiva, Nulidade De Interrogatório Policial, Reconhecimento Fotográfico, Garantia Da Ordem Pública, Organização Criminosa, Medidas Cautelares Alternativas

Case Brief

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Parties

DERYCK DORNELES KUHN

Representado/acusado

DIOMAR DE SOUZACORRÊA

Representado/acusado

JOÃO DIVINO

Representado/acusado

CARLOS ALEXANDRE

Autor Intelectual (suspeito)

Bruno Machado da Silveira

Vítima

LUCIRENE DEBARCELOS MACHADO

Genitora Da Vítima/testemunha

ELENCRISTIANE DE BARCELO MACHADO

Tia Da Vítima/testemunha

Procedural Posture

Habeas Corpus / Decisão Denegatória (liminar Indeferida, Informações Prestadas, Mérito Decidido)

  1. 1 valoração da nulidade de depoimentos sem advogado e demonstração de prejuízo
  2. 2 admissibilidade e suficiência de reconhecimento fotográfico realizado em inquérito
  3. 3 fundamentação da prisão preventiva nos termos do art. 312 do CPP

Ratio Decidendi

A ordem foi denegada porque a prisão preventiva foi devidamente fundamentada em elementos concretos de materialidade (laudo de necropsia e ocorrência policial) e indícios de autoria obtidos por diversos meios probatórios além do reconhecimento fotográfico, demonstrando a gravidade concreta do homicídio qualificado, seu contexto ligado à narcotraficância e o risco à ordem pública, e porque as nulidades alegadas não tiveram demonstração de efetivo prejuízo que invalidasse a decisão de custódia; por isso, medidas cautelares alternativas foram consideradas insuficientes.

Court Disposition

ordem denegada

Orders

  • Denego o habeas corpus.
  • Publique-se.