HC 573181 - DECISAO
O habeas corpus não foi conhecido por ser inadequado como sucedâneo de recurso próprio e, em análise preliminar, não se verificaram fumus boni iuris e periculum in mora que justificassem a concessão de ofício; ademais, restou fundamentado que a agravante da senilidade foi debatida em plenário e, à luz da Lei n. 11.689/2008 e do art. 492, I, b, do CPP, poderia ser considerada pelo juiz-presidente na dosimetria, não havendo constrangimento ilegal a ser reparado sem reexame de provas.
- Parties
- Paciente: ROMILDA MEDINA RIBEIRO; Órgão Prolator Do Acórdão: Tribunal de Justiça do Estado do Mato Grosso do Sul; Impetrante/assistência: Defensoria Pública; Manifestante (parecer): Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 02 February 2021
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento
- Outcome
- Não conheço do habeas corpus
- Legal Topics
- Homicídio Qualificado Tentado, Dosimetria Da Pena, Circunstâncias Agravantes E Atenuantes, Tribunal Do Júri, Preclusão, Reexame Fático Probatório, Lei N. 11.689/2008
Case Brief
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Parties
ROMILDA MEDINA RIBEIRO
Paciente
Tribunal de Justiça do Estado do Mato Grosso do Sul
Órgão Prolator Do Acórdão
Defensoria Pública
Impetrante/assistência
Ministério Público Federal
Manifestante (parecer)
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento
Legal Issues
- 1 Se a agravante da senilidade da vítima pode ser considerada na dosimetria quando não foi suscitada em debates orais no Tribunal do Júri
- 2 Se o habeas corpus é meio adequado quando funciona como sucedâneo de recurso próprio
- 3 Aplicação do art. 492, I, b, do CPP após a Lei n. 11.689/2008
Ratio Decidendi
O habeas corpus não foi conhecido por ser inadequado como sucedâneo de recurso próprio e, em análise preliminar, não se verificaram fumus boni iuris e periculum in mora que justificassem a concessão de ofício; ademais, restou fundamentado que a agravante da senilidade foi debatida em plenário e, à luz da Lei n. 11.689/2008 e do art. 492, I, b, do CPP, poderia ser considerada pelo juiz-presidente na dosimetria, não havendo constrangimento ilegal a ser reparado sem reexame de provas.
Court Disposition
Não conheço do habeas corpus
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
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