REsp 2135044 - DECISAO
O Superior Tribunal de Justiça reafirma a orientação firmada no Tema 1044/STJ de que, nas ações acidentárias em que a parte autora sucumbente seja beneficiária da isenção de ônus sucumbenciais (art. 129, parágrafo único, Lei 8.213/91), os honorários periciais adiantados pelo INSS constituem despesa a cargo do Estado, e que tal ressarcimento pode ser exigido nos próprios autos; quanto à alegação de omissão (art. 1.022 CPC), verificou-se que o Tribunal de origem enfrentou a questão e, portanto, não houve omissão a ser suprida
- Parties
- Recorrente: INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS; Órgão Recorrido: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 02 July 2024
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Julgamento Pelo Superior Tribunal De Justiça
- Legal Topics
- Honorários Periciais, Gratuidade De Justiça, Ônus Sucumbenciais, Responsabilidade Do Estado, Reembolso, Tema 1044/stj
Case Brief
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Parties
INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
Recorrente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO
Órgão Recorrido
Procedural Posture
Recurso Especial / Julgamento Pelo Superior Tribunal De Justiça
Legal Issues
- 1 Possibilidade de cobrança, nos próprios autos, do valor adiantado pelo INSS a título de honorários periciais quando a parte autora sucumbente é beneficiária da isenção dos ônus sucumbenciais prevista no art. 129, parágrafo único, da Lei 8.213/91
- 2 Se o pedido de reembolso dos honorários periciais deve ser formulado em ação autônoma ou pode tramitar nos próprios autos
- 3 Alegada omissão do Tribunal de origem quanto à análise do pedido do INSS, em afronta ao art. 1.022 do CPC
Ratio Decidendi
O Superior Tribunal de Justiça reafirma a orientação firmada no Tema 1044/STJ de que, nas ações acidentárias em que a parte autora sucumbente seja beneficiária da isenção de ônus sucumbenciais (art. 129, parágrafo único, Lei 8.213/91), os honorários periciais adiantados pelo INSS constituem despesa a cargo do Estado, e que tal ressarcimento pode ser exigido nos próprios autos; quanto à alegação de omissão (art. 1.022 CPC), verificou-se que o Tribunal de origem enfrentou a questão e, portanto, não houve omissão a ser suprida
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