REsp 2154288 - DECISAO
O Tribunal concluiu que não houve omissão quanto ao ponto suscit ado (art. 1.022 CPC) e reiterou a orientação firmada no Tema 1.044/STJ de que, em ações acidentárias nas quais o autor beneficiário da isenção prevista no parágrafo único do art. 129 da Lei 8.213/91 seja sucumbente, os honorários periciais adiantados pelo INSS constituem despesa a cargo do Estado; entretanto, a questão relativa à forma procedimental de cobrança (se nos próprios autos ou mediante demanda autônoma) foi confrontada com entendimento do Tribunal de origem que exige ação autônoma, sendo tratada à luz da jurisprudência citada.
- Parties
- Recorrente: INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS; Recorrida: Segurada
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 09 August 2024
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Julgamento No Superior Tribunal De Justiça
- Legal Topics
- Honorários Periciais, Gratuidade De Justiça, Responsabilidade Do Estado, Acidente Do Trabalho
Case Brief
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Parties
INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
Recorrente
Segurada
Recorrida
Procedural Posture
Recurso Especial / Julgamento No Superior Tribunal De Justiça
Legal Issues
- 1 Possibilidade de cobrança, nos próprios autos, do valor despendido a título de honorários periciais adiantados pelo INSS quando a parte autora sucumbente é beneficiária da isenção de ônus sucumbenciais (parágrafo único do art. 129 da Lei 8.213/91)
- 2 Necessidade ou não de propositura de demanda autônoma para o ressarcimento dos honorários periciais pelo ente estatal
- 3 Allegada omissão do Tribunal a quo quanto à apreciação da questão (art. 1.022 CPC)
Ratio Decidendi
O Tribunal concluiu que não houve omissão quanto ao ponto suscit ado (art. 1.022 CPC) e reiterou a orientação firmada no Tema 1.044/STJ de que, em ações acidentárias nas quais o autor beneficiário da isenção prevista no parágrafo único do art. 129 da Lei 8.213/91 seja sucumbente, os honorários periciais adiantados pelo INSS constituem despesa a cargo do Estado; entretanto, a questão relativa à forma procedimental de cobrança (se nos próprios autos ou mediante demanda autônoma) foi confrontada com entendimento do Tribunal de origem que exige ação autônoma, sendo tratada à luz da jurisprudência citada.
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