AREsp 2473519 - DECISAO
Negou‑se provimento ao agravo porque o excesso de execução decorrente da redefinição dos marcos inicial e final pelo IAC nº 18.193/2018 só passou a existir após essa pacificação, de modo que não se pode impor à parte agravada o ônus sucumbencial por cálculos elaborados anteriormente; além disso, rever a conclusão exigiria reexame de matéria fática, vedado pela Súmula 7/STJ.
- Parties
- Agravante: Estado do Maranhão; Agravado: parte agravada
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 09 February 2024
- Procedural Posture
- Agravo / Decisão De Agravo (negado Provimento)
- Outcome
- Negado provimento ao agravo
- Legal Topics
- Honorários Sucumbenciais, Execução Individual De Sentença Coletiva, Excesso De Execução, Incidente De Assunção De Competência (iac)
Case Brief
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Parties
Estado do Maranhão
Agravante
parte agravada
Agravado
Procedural Posture
Agravo / Decisão De Agravo (negado Provimento)
Legal Issues
- 1 Incidência de honorários sucumbenciais sobre excesso de execução reconhecido após redefinição dos marcos inicial e final pelo IAC nº 18.193/2018
- 2 Possibilidade de penalizar parte por cálculos elaborados antes da pacificação jurisprudencial via IAC
- 3 Alcance da Súmula 7/STJ quanto à vedação de reexame do acervo fático-probatório em recurso especial
Ratio Decidendi
Negou‑se provimento ao agravo porque o excesso de execução decorrente da redefinição dos marcos inicial e final pelo IAC nº 18.193/2018 só passou a existir após essa pacificação, de modo que não se pode impor à parte agravada o ônus sucumbencial por cálculos elaborados anteriormente; além disso, rever a conclusão exigiria reexame de matéria fática, vedado pela Súmula 7/STJ.
Court Disposition
Negado provimento ao agravo
Orders
- Nego provimento ao agravo.
- Prejudicado o pedido de concessão de efeito suspensivo.
Full Case Text
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