AREsp 2570457 - DECISAO
Os embargos de declaração foram rejeitados porque não há omissão: a decisão embargada deixou claro que a majoração de honorários só se aplicaria se houvesse prévia fixação pelos juízos de origem; além disso, o CPC condiciona a majoração aos processos cíveis e o Enunciado Administrativo n.7 do STJ limita a aplicação...
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- Parties
- Embargante: MARIA DE FATIMA OLIVEIRA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 17 June 2024
- Procedural Posture
- Embargos De Declaração / Decisão Sobre Embargos De Declaração
- Outcome
- Rejeição dos embargos de declaração.
- Legal Topics
- Honorários Sucumbenciais, Majoração De Honorários Em Grau Recursal, Embargos De Declaração, Inadmissão De Recurso Especial Por Ausência De Impugnação Específica, Multas Por Embargos Protelatórios
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Parties
MARIA DE FATIMA OLIVEIRA
Embargante
Procedural Posture
Embargos De Declaração / Decisão Sobre Embargos De Declaração
Legal Issues
- 1 existência de omissão na decisão quanto à condenação ao pagamento de honorários sucumbenciais
- 2 possibilidade de majoração de honorários sucumbenciais recursais sem prévia fixação pelas instâncias de origem
- 3 aplicação temporal do art.85, §11 do CPC conforme Enunciado Administrativo n.7 do STJ
Ratio Decidendi
Os embargos de declaração foram rejeitados porque não há omissão: a decisão embargada deixou claro que a majoração de honorários só se aplicaria se houvesse prévia fixação pelos juízos de origem; além disso, o CPC condiciona a majoração aos processos cíveis e o Enunciado Administrativo n.7 do STJ limita a aplicação do art.85, §11 do CPC a decisões publicadas a partir de 18/03/2016, de modo que não se verifica vício que autorize acolhimento dos embargos.
Court Disposition
Rejeição dos embargos de declaração.
Orders
- Rejeito os embargos de declaração.
- Advirto a parte embargante sobre a reiteração deste expediente, sob pena de pagamento de multa de 2% sobre o valor atualizado da causa, porque os próximos embargos versando sobre o mesmo tema serão considerados manifestamente protelatórios (art. 1.026, § 2º, do Código de Processo Civil).
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