AREsp 2037706 - DECISAO
Negou-se provimento ao agravo porque a decisão proferida no Agravo de Instrumento nº 70043097294 produziu efeitos apenas entre as partes daquele processo, não atingindo terceiros (Angelo e Márcia), nos termos do art. 506 do CPC, e porque a jurisprudência do STJ afasta a legitimidade de o antigo patrono demandar a parte adversa por honorários sucumbenciais quando o mandato foi revogado, cabendo ação autônoma contra o ex-cliente; assim, não restou configurada ilegalidade na decisão que reconheceu ilegitimidade passiva do advogado/síndico.
- Parties
- Autor/recorrente: ANGELO ARRUDA; Autora/recorrente: MÁRCIA MARIA PIEROZAN; Réu/recorrido (síndico): JORGE DE MARCO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 26 November 2024
- Procedural Posture
- Agravo Nos Próprios Autos Contra Decisão Que Inadmitiu Recurso Especial / Inadmissão Do Recurso Especial Por Aplicação Da Súmula N. 7 Do STJ
- Outcome
- Negado provimento ao agravo
- Legal Topics
- Honorários Sucumbenciais, Ilegitimidade Passiva, Coisa Julgada, Revogação De Mandato, Agravo De Instrumento, Admissibilidade De Recurso Especial, Súmula 7 Do STJ
Case Brief
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Parties
ANGELO ARRUDA
Autor/recorrente
MÁRCIA MARIA PIEROZAN
Autora/recorrente
JORGE DE MARCO
Réu/recorrido (síndico)
Procedural Posture
Agravo Nos Próprios Autos Contra Decisão Que Inadmitiu Recurso Especial / Inadmissão Do Recurso Especial Por Aplicação Da Súmula N. 7 Do STJ
Legal Issues
- 1 se a decisão proferida no Agravo de Instrumento nº 70043097294 produz efeitos de coisa julgada em relação a terceiros (Angelo Arruda e Márcia Maria Pierozan)
- 2 se o síndico da massa falida (Jorge de Marco) é legitimado para responder pessoalmente por honorários sucumbenciais atribuídos a advogados que não mais patrocinavam a causa
- 3 consequências da revogação do mandato quanto à cobrança de honorários sucumbenciais
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo porque a decisão proferida no Agravo de Instrumento nº 70043097294 produziu efeitos apenas entre as partes daquele processo, não atingindo terceiros (Angelo e Márcia), nos termos do art. 506 do CPC, e porque a jurisprudência do STJ afasta a legitimidade de o antigo patrono demandar a parte adversa por honorários sucumbenciais quando o mandato foi revogado, cabendo ação autônoma contra o ex-cliente; assim, não restou configurada ilegalidade na decisão que reconheceu ilegitimidade passiva do advogado/síndico.
Court Disposition
Negado provimento ao agravo
Orders
- Nego provimento ao agravo.
- Publique-se e intimem-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
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