REsp 2172399 - DECISAO
Concluiu-se que a recorrente é ilegitima ad causam para figurar no polo passivo da execução por ser empregada celetista da Maranhão Parcerias (MAPA), sociedade de economia mista com autonomia administrativa e financeira, que deve responder por suas próprias obrigações; a sentença coletiva beneficiou servidores públicos stricto sensu e não alcança empregados regidos pela CLT na MAPA; a ilegitimidade é matéria de ordem pública e pode ser conhecida de ofício a qualquer tempo, de modo que não houve omissão no acórdão de origem e a preclusão arguida não impede o reconhecimento da ilegitimidade na fase de cumprimento individual, sendo assim conhecido e negado provimento ao recurso especial.
- Parties
- Recorrente: RENILDE DE JESUS FRAGA PIMENTA BORGES; Apelado: Estado do Maranhão; Autor Na Ação Coletiva: SINTSEP; Parte Interessada (sociedade De Economia Mista): Maranhão Parcerias - MAPA (antiga EMARHP)
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 27 September 2024
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Decisão Monocrática De Conhecimento E Não Provimento (conheço E Nego Provimento)
- Outcome
- Conheço do Recurso Especial e nego-lhe provimento
- Legal Topics
- Ilegitimidade Ad Causam, Ações Coletivas, Cumprimento Individual De Sentença, Autonomia Administrativa E Financeira De Sociedade De Economia Mista, Preclusão
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
RENILDE DE JESUS FRAGA PIMENTA BORGES
Recorrente
Estado do Maranhão
Apelado
SINTSEP
Autor Na Ação Coletiva
Maranhão Parcerias - MAPA (antiga EMARHP)
Parte Interessada (sociedade De Economia Mista)
Procedural Posture
Recurso Especial / Decisão Monocrática De Conhecimento E Não Provimento (conheço E Nego Provimento)
Legal Issues
- 1 Se a ilegitimidade ad causam pode ser conhecida de ofício em qualquer tempo e grau de jurisdição
- 2 Se a preclusão impede a aferição da legitimidade na fase de liquidação/cumprimento individual
- 3 Se a sociedade de economia mista (MAPA/EMARHP) pode ser alcançada por decisão contra o Estado do Maranhão
Ratio Decidendi
Concluiu-se que a recorrente é ilegitima ad causam para figurar no polo passivo da execução por ser empregada celetista da Maranhão Parcerias (MAPA), sociedade de economia mista com autonomia administrativa e financeira, que deve responder por suas próprias obrigações; a sentença coletiva beneficiou servidores públicos stricto sensu e não alcança empregados regidos pela CLT na MAPA; a ilegitimidade é matéria de ordem pública e pode ser conhecida de ofício a qualquer tempo, de modo que não houve omissão no acórdão de origem e a preclusão arguida não impede o reconhecimento da ilegitimidade na fase de cumprimento individual, sendo assim conhecido e negado provimento ao recurso especial.
Court Disposition
Conheço do Recurso Especial e nego-lhe provimento
Orders
- Negado provimento ao Recurso Especial
- Mantida a sentença que julgou extinta a ação por ilegitimidade ad causam
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment