REsp 2120747 - DECISAO

REsp 2120747 - DECISAO

Não conheço do recurso especial por duas razões: (i) a alegação de ofensa constitucional (art. 5º, XXXVI, CF/88) não é matéria própria para o recurso especial, competindo ao STF; e (ii) quanto às alegadas violações dos arts. 502 e 508 do CPC/2015 não houve prequestionamento na instância de origem, aplicando-se a Súmula 282/STF. Ademais, o Tribunal a quo reconheceu que o SINDSPREV/RJ não possui legitimidade ativa para representar os trabalhadores da saúde, de modo que o título coletivo não produz efeitos em relação à recorrente que não é substituída pelo sindicato (conforme RMS 54.509/RJ).

Parties
Recorrente: MARCIA RUBIA DE OLIVEIRA ROSA; Sindicato Autor Originário: SINDSPREV/RJ; Recorrido / Fazenda Pública: UNIÃO FEDERAL
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
04 June 2024
Procedural Posture
Recurso Especial / Decisão De Não Conhecimento (admissibilidade)
Legal Topics
Ilegitimidade Ativa, Coisa Julgada, Cumprimento De Sentença, Título Executivo Coletivo, Prequestionamento, Competência Para Análise De Matéria Constitucional

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Parties

MARCIA RUBIA DE OLIVEIRA ROSA

Recorrente

SINDSPREV/RJ

Sindicato Autor Originário

UNIÃO FEDERAL

Recorrido / Fazenda Pública

Procedural Posture

Recurso Especial / Decisão De Não Conhecimento (admissibilidade)

  1. 1 legitimidade ativa do SINDSPREV/RJ para representar trabalhadores da saúde
  2. 2 alcance dos efeitos de título executivo coletivo em relação a terceiros não substituídos pelo sindicato
  3. 3 alegada violação dos arts. 502 e 508 do CPC/2015 e do art. 5º, XXXVI, da CF/88

Ratio Decidendi

Não conheço do recurso especial por duas razões: (i) a alegação de ofensa constitucional (art. 5º, XXXVI, CF/88) não é matéria própria para o recurso especial, competindo ao STF; e (ii) quanto às alegadas violações dos arts. 502 e 508 do CPC/2015 não houve prequestionamento na instância de origem, aplicando-se a Súmula 282/STF. Ademais, o Tribunal a quo reconheceu que o SINDSPREV/RJ não possui legitimidade ativa para representar os trabalhadores da saúde, de modo que o título coletivo não produz efeitos em relação à recorrente que não é substituída pelo sindicato (conforme RMS 54.509/RJ).