HC 868101 - DECISAO

HC 868101 - DECISAO

O habeas corpus não foi conhecido porque a alegação de nulidade decorrente do acesso ao celular do coacusado não foi previamente examinada pelo Tribunal de origem, o que implicaria supressão de instância, e tampouco está demonstrada flagrante ilegalidade apta a justificar a concessão da ordem de ofício; assim, a matéria deve ser apreciada previamente nas instâncias ordinárias e o remédio não é substituto de recurso próprio.

Parties
Paciente: MARCELINO ALVES; Autoridade Coatora: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ (Apelação Criminal n. 0007794-73.2014.8.16.0030)
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
30 April 2025
Procedural Posture
Habeas Corpus / Não Conhecido (decisão De Não Conhecimento)
Outcome
Não conheço do presente habeas corpus.
Legal Topics
Ilegitimidade/ilegalidade De Prova Obtida De Celular De Terceiro, Nulidade Da Ação Penal, Cabimento Do Habeas Corpus Vs. Recurso Próprio, Supressão De Instância, Flagrante Ilegalidade E Concessão De Ofício

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 4 Authorities cited 14 Party arguments 2 Amounts and remedies 3
Sign in to unlock

Parties

MARCELINO ALVES

Paciente

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ (Apelação Criminal n. 0007794-73.2014.8.16.0030)

Autoridade Coatora

Procedural Posture

Habeas Corpus / Não Conhecido (decisão De Não Conhecimento)

  1. 1 Se houve nulidade da ação penal por prova obtida de forma ilícita em aparelho celular de terceiro sem autorização judicial
  2. 2 Se o habeas corpus é meio adequado quando a alegação não foi apreciada pela instância de origem (supressão de instância)
  3. 3 Se há flagrante ilegalidade que justifique concessão da ordem de ofício nos termos do art. 647-A, parágrafo único, do CPP

Ratio Decidendi

O habeas corpus não foi conhecido porque a alegação de nulidade decorrente do acesso ao celular do coacusado não foi previamente examinada pelo Tribunal de origem, o que implicaria supressão de instância, e tampouco está demonstrada flagrante ilegalidade apta a justificar a concessão da ordem de ofício; assim, a matéria deve ser apreciada previamente nas instâncias ordinárias e o remédio não é substituto de recurso próprio.

Court Disposition

Não conheço do presente habeas corpus.

Orders

  • Liminar indeferida
  • Não conheço do presente habeas corpus