REsp 1763386 - DECISAO
O recurso especial não foi conhecido por ausência de preenchimento dos requisitos de admissibilidade e porque a controvérsia sobre eventual inclusão do Estado do Tocantins no polo passivo depende de reexame probatório e de interpretação de legislação estadual, providências vedadas na via do Recurso Especial em face das Súmulas 7/STJ e 280/STF; ademais, o Tribunal de origem concluiu, com base nos autos, que os atos foram praticados pela autarquia ITERTINS, dotada de personalidade própria, justificando o reconhecimento da ilegitimidade passiva do Estado.
- Parties
- Recorrente: ESPÓLIO DE JARMUND NASSER; Recorrido: INSTITUTO DE TERRAS DO ESTADO DO TOCANTINS - ITERTINS; Terceiro: ESTADO DO TOCANTINS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 01 July 2021
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Recurso Especial Não Conhecido (decisão De Não Conhecimento)
- Outcome
- Recurso Especial não conhecido
- Legal Topics
- Ilegitimidade Passiva, Desapropriação Indireta, Indenização, Citação De Ente Público, Personalidade Jurídica De Autarquia, Súmula 7/stj E Súmula 280/stf
Case Brief
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Parties
ESPÓLIO DE JARMUND NASSER
Recorrente
INSTITUTO DE TERRAS DO ESTADO DO TOCANTINS - ITERTINS
Recorrido
ESTADO DO TOCANTINS
Terceiro
Procedural Posture
Recurso Especial / Recurso Especial Não Conhecido (decisão De Não Conhecimento)
Legal Issues
- 1 Se o Estado do Tocantins integra obrigatoriamente o polo passivo da ação de indenização por desapropriação indireta ou se a autarquia ITERTINS, dotada de personalidade jurídica própria, é parte suficiente
- 2 Validade da citação do ente público quando realizada por remessa à Procuradoria e efeitos da atuação da PGE sobre eventual vício de citação
- 3 Preenchimento dos requisitos de admissibilidade do Recurso Especial e impossibilidade de reexame de provas/legislação estadual na via estreita do REsp
Ratio Decidendi
O recurso especial não foi conhecido por ausência de preenchimento dos requisitos de admissibilidade e porque a controvérsia sobre eventual inclusão do Estado do Tocantins no polo passivo depende de reexame probatório e de interpretação de legislação estadual, providências vedadas na via do Recurso Especial em face das Súmulas 7/STJ e 280/STF; ademais, o Tribunal de origem concluiu, com base nos autos, que os atos foram praticados pela autarquia ITERTINS, dotada de personalidade própria, justificando o reconhecimento da ilegitimidade passiva do Estado.
Court Disposition
Recurso Especial não conhecido
Orders
- Recurso especial não conhecido
- Publique-se
Full Case Text
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