AREsp 1777138 - DECISAO
O Tribunal entendeu que o acórdão recorrido apresentou fundamentação suficiente, conferiu legitimidade passiva ad causam à Fundação VALIA em razão do vínculo contratual relativo ao plano de previdência e reconheceu a ilegitimidade passiva da patrocinadora Vale S/A. Verificou-se que a VALIA não comprovou ter aplicado índice de correção superior ao INSS (confissão e ausência de prova pericial), razão pela qual manteve-se o recálculo do abono-complementação com o índice de 147,06% de setembro de 1991. Por fim, o agravo foi negado porque a matéria demandaria reexame de fatos e provas e estava obstada pelas Súmulas 5 e 7 do STJ.
- Parties
- Autor: Antônio Oliveira Mahé; Recorrente: Fundação Vale do Rio Doce de Seguridade - VALIA; Réu: Vale S/A
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 02 September 2021
- Procedural Posture
- Agravo Nos Próprios Autos (cpc/2015, Art. 1.042) Interposto Contra Decisão Que Não Admitiu Recurso Especial / Decisão Interlocutória Sobre Agravo (nega Provimento)
- Outcome
- Nego provimento ao agravo.
- Legal Topics
- Ilegitimidade Passiva, Revisão De Benefício, Ônus Da Prova, Súmulas 5 E 7 Do STJ, Contrato De Previdência Privada, Prescrição, Prova Pericial, Fundamentação Judicial
Case Brief
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Parties
Antônio Oliveira Mahé
Autor
Fundação Vale do Rio Doce de Seguridade - VALIA
Recorrente
Vale S/A
Réu
Procedural Posture
Agravo Nos Próprios Autos (cpc/2015, Art. 1.042) Interposto Contra Decisão Que Não Admitiu Recurso Especial / Decisão Interlocutória Sobre Agravo (nega Provimento)
Legal Issues
- 1 admissibilidade do recurso especial
- 2 ilegitimidade passiva da patrocinadora e da administradora do plano
- 3 responsabilidade da administradora do plano (VALIA) por recálculo de abono-complementação
Ratio Decidendi
O Tribunal entendeu que o acórdão recorrido apresentou fundamentação suficiente, conferiu legitimidade passiva ad causam à Fundação VALIA em razão do vínculo contratual relativo ao plano de previdência e reconheceu a ilegitimidade passiva da patrocinadora Vale S/A. Verificou-se que a VALIA não comprovou ter aplicado índice de correção superior ao INSS (confissão e ausência de prova pericial), razão pela qual manteve-se o recálculo do abono-complementação com o índice de 147,06% de setembro de 1991. Por fim, o agravo foi negado porque a matéria demandaria reexame de fatos e provas e estava obstada pelas Súmulas 5 e 7 do STJ.
Court Disposition
Nego provimento ao agravo.
Orders
- Nego provimento ao agravo.
- Publique-se e intimem-se.
Full Case Text
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