AREsp 2544085 - DECISAO
Conheceu-se do agravo para adentrar às razões do recurso especial, mas não se conheceu do recurso especial porque (i) não houve prequestionamento do art. 389 do CPC/2015 no acórdão recorrido; (ii) o recurso não impugnou todos os fundamentos autônomos e suficientes do acórdão regional (Súmula 283/STF); (iii) o acolhimento das teses exigiria revolvimento do conjunto fático-probatório dos autos, o que é vedado na via especial (Súmula 7/STJ); e (iv) a alegada divergência jurisprudencial não foi demonstrada nos termos legais (art. 1.029 CPC e art. 255 RISTJ).
- Parties
- Agravante: VLADISLAU PERBICHE; Agravante: RUTE MUHLENHOFF PERBICHE; Ré: Imobiliária Jardim Ltda.; Ré: Município de São José dos Pinhais; Autor: Ministério Público do Estado do Paraná
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 21 June 2024
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Agravo Conhecido Para Não Conhecer Do Recurso Especial
- Legal Topics
- Ilegitimidade Passiva, Prequestionamento, Negativa De Prestação Jurisdicional, Parcelamento Irregular Do Solo, Responsabilidade Civil Objetiva E Solidária, Responsabilidade Subsidiária Do Município, Dano Moral Coletivo, Reexame De Fatos E Provas (súmula 7/stj), Dissídio Jurisprudencial
Case Brief
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Parties
VLADISLAU PERBICHE
Agravante
RUTE MUHLENHOFF PERBICHE
Agravante
Imobiliária Jardim Ltda.
Ré
Município de São José dos Pinhais
Ré
Ministério Público do Estado do Paraná
Autor
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Agravo Conhecido Para Não Conhecer Do Recurso Especial
Legal Issues
- 1 ausência de prequestionamento do art. 389 do CPC/2015
- 2 alegada ofensa aos arts. 489 e 1.022 do CPC/2015
- 3 ilegitimidade passiva dos recorrentes
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo para adentrar às razões do recurso especial, mas não se conheceu do recurso especial porque (i) não houve prequestionamento do art. 389 do CPC/2015 no acórdão recorrido; (ii) o recurso não impugnou todos os fundamentos autônomos e suficientes do acórdão regional (Súmula 283/STF); (iii) o acolhimento das teses exigiria revolvimento do conjunto fático-probatório dos autos, o que é vedado na via especial (Súmula 7/STJ); e (iv) a alegada divergência jurisprudencial não foi demonstrada nos termos legais (art. 1.029 CPC e art. 255 RISTJ).
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