RMS 73573 - ACORDAO
Negou-se provimento ao agravo interno porque as autoridades indicadas (Governador, Secretário de Estado da Fazenda e o Gerente de Fiscalização de Contribuintes) foram reconhecidas como ilegítimas para compor o polo passivo do mandado de segurança que discute a exigibilidade de ICMS, sendo inaplicável a teoria da encampação quando sua adoção acarretaria alteração da competência originária; além disso, o art.90 da LC n.19/1997 reserva a fiscalização tributária a agentes fiscais, corroborando a ilegitimidade do gerente indicado.
- Parties
- Agravante: Amazonas Energia S.A.; Agravado: Estado do Amazonas; Autoridade Coatora: Governador do Estado do Amazonas; Autoridade Coatora: Secretário da Fazenda do Estado do Amazonas; Autoridade Coatora: Gerente de Fiscalização de Contribuintes da Secretaria da Fazenda do Estado do Amazonas
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 05 March 2025
- Procedural Posture
- Recurso Ordinário Em Mandado De Segurança / Agravo Interno (primeira Turma, Sessão Virtual De 18/02/2025 a 24/02/2025)
- Outcome
- Agravo interno não provido
- Legal Topics
- Ilegitimidade Passiva, Teoria Da Encampação, ICMS ST, Substituição Tributária, Competência Jurisdicional, Multas Recursais
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
Amazonas Energia S.A.
Agravante
Estado do Amazonas
Agravado
Governador do Estado do Amazonas
Autoridade Coatora
Secretário da Fazenda do Estado do Amazonas
Autoridade Coatora
Gerente de Fiscalização de Contribuintes da Secretaria da Fazenda do Estado do Amazonas
Autoridade Coatora
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Mandado De Segurança / Agravo Interno (primeira Turma, Sessão Virtual De 18/02/2025 a 24/02/2025)
Legal Issues
- 1 Ilegitimidade passiva do Governador e do Secretário de Estado da Fazenda para figurar no polo passivo de mandado de segurança que questione a exigibilidade de tributos (ICMS)
- 2 Ilegitimidade passiva do Gerente de Fiscalização de Contribuintes da Sefaz do Amazonas para figurar no polo passivo
- 3 Inaplicabilidade da teoria da encampação quando sua aplicação implicaria modificação da competência originária
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo interno porque as autoridades indicadas (Governador, Secretário de Estado da Fazenda e o Gerente de Fiscalização de Contribuintes) foram reconhecidas como ilegítimas para compor o polo passivo do mandado de segurança que discute a exigibilidade de ICMS, sendo inaplicável a teoria da encampação quando sua adoção acarretaria alteração da competência originária; além disso, o art.90 da LC n.19/1997 reserva a fiscalização tributária a agentes fiscais, corroborando a ilegitimidade do gerente indicado.
Court Disposition
Agravo interno não provido
Orders
- Nega-se provimento ao agravo interno
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment