AREsp 2753367 - DECISAO
Negou‑se provimento ao agravo porque a agravante não indicou, nas razões do recurso especial, a ofensa ao art. 1.022 do CPC para possibilitar o prequestionamento (ó bice da Súmula 211/STJ); além disso, a pretensão de alterar a conclusão sobre a ilegitimidade passiva demandaria reexame do acervo fático-probatório, vedado pela Súmula 7/STJ. O Tribunal de origem corretamente reconheceu a ilegitimidade do espólio por referir-se a débitos posteriores ao falecimento e exigiu prova de quem utilizou os serviços.
- Parties
- Agravante: Recicle Catarinense de Resíduos LTDA.; Devedor Primitivo (falecido): Celio Gomes de Oliveira; Meeira (falecida): Nahyr Fernandes de Oliveira; Parte Habilitada No Polo Passivo (espólio): Espólio de Nahyr Fernandes de Oliveira
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 28 March 2025
- Procedural Posture
- Agravo Contra Decisão Que Não Admitiu Recurso Especial / Decisão Denegatória De Seguimento De Recurso Especial
- Outcome
- Nego provimento ao agravo.
- Legal Topics
- Ilegitimidade Passiva, Responsabilidade Do Espólio, Tarifa De Coleta De Lixo, Prequestionamento E Art. 1.022 CPC, Súmula 7/stj, Súmula 211/stj
Case Brief
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Parties
Recicle Catarinense de Resíduos LTDA.
Agravante
Celio Gomes de Oliveira
Devedor Primitivo (falecido)
Nahyr Fernandes de Oliveira
Meeira (falecida)
Espólio de Nahyr Fernandes de Oliveira
Parte Habilitada No Polo Passivo (espólio)
Procedural Posture
Agravo Contra Decisão Que Não Admitiu Recurso Especial / Decisão Denegatória De Seguimento De Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Admissibilidade do recurso especial por prequestionamento (art. 1.022 e art. 1.025 do CPC) e óbice da Súmula 211/STJ
- 2 Responsabilidade do espólio por dívidas originadas após o falecimento e aplicação do art. 796 do CPC
- 3 Necessidade de prova sobre quem efetuou a utilização dos serviços para fins de cobrança de tarifa
Ratio Decidendi
Negou‑se provimento ao agravo porque a agravante não indicou, nas razões do recurso especial, a ofensa ao art. 1.022 do CPC para possibilitar o prequestionamento (ó bice da Súmula 211/STJ); além disso, a pretensão de alterar a conclusão sobre a ilegitimidade passiva demandaria reexame do acervo fático-probatório, vedado pela Súmula 7/STJ. O Tribunal de origem corretamente reconheceu a ilegitimidade do espólio por referir-se a débitos posteriores ao falecimento e exigiu prova de quem utilizou os serviços.
Court Disposition
Nego provimento ao agravo.
Orders
- Nego provimento ao agravo.
- Publique-se.
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