MS 31347 - DECISAO
Reconheceu-se a ilegitimidade passiva do Ministro de Estado da Educação por inexistir narrativa de ato concreto a ele imputável, visto que o impugnado é descumprimento de regras constantes do Edital n. 3/2025 publicado pela Secretaria de Educação Superior; assim, por ausência de ato praticado pelo Ministro, o STJ declarou-se incompetente para o processamento originário e determinou a remessa dos autos ao juízo de origem para prosseguimento.
- Parties
- Impetrante: MARIA BEATRIZ ALENCAR BEZERRA JUCA CAVALCANTE; Autoridade Coatora: MINISTRO DA EDUCAÇÃO; Autoridade Coatora: PRESIDENTE DO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FNDE; Autoridade Coatora: SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 10 June 2025
- Procedural Posture
- Mandado De Segurança / Reconhecimento De Ilegitimidade Passiva Do Ministro Da Educação E Remessa Dos Autos Ao Juízo De Origem (4ª Vara Federal Da Seção Judiciária De Alagoas)
- Outcome
- declarada a ilegitimidade passiva do Ministro de Estado da Educação; autos remetidos ao Juízo da 4ª Vara Federal da Seção Judiciária de Alagoas para prosseguimento
- Legal Topics
- Ilegitimidade Passiva, Competência, Vinculação Ao Edital, Distribuição De Vagas, Mandado De Segurança
Case Brief
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Parties
MARIA BEATRIZ ALENCAR BEZERRA JUCA CAVALCANTE
Impetrante
MINISTRO DA EDUCAÇÃO
Autoridade Coatora
PRESIDENTE DO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FNDE
Autoridade Coatora
SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
Autoridade Coatora
Procedural Posture
Mandado De Segurança / Reconhecimento De Ilegitimidade Passiva Do Ministro Da Educação E Remessa Dos Autos Ao Juízo De Origem (4ª Vara Federal Da Seção Judiciária De Alagoas)
Legal Issues
- 1 legitimidade passiva do Ministro da Educação para figurar no polo passivo do mandado de segurança
- 2 competência originária do Superior Tribunal de Justiça para processar mandado de segurança contra Ministro de Estado
- 3 alegado descumprimento da distribuição de vagas prevista no Edital n. 3/2025
Ratio Decidendi
Reconheceu-se a ilegitimidade passiva do Ministro de Estado da Educação por inexistir narrativa de ato concreto a ele imputável, visto que o impugnado é descumprimento de regras constantes do Edital n. 3/2025 publicado pela Secretaria de Educação Superior; assim, por ausência de ato praticado pelo Ministro, o STJ declarou-se incompetente para o processamento originário e determinou a remessa dos autos ao juízo de origem para prosseguimento.
Court Disposition
declarada a ilegitimidade passiva do Ministro de Estado da Educação; autos remetidos ao Juízo da 4ª Vara Federal da Seção Judiciária de Alagoas para prosseguimento
Orders
- DECLARO a ilegitimidade passiva do Ministro de Estado da Educação
- Determino a remessa dos autos, com urgência, ao Juízo da 4ª Vara Federal da Seção Judiciária de Alagoas, para prosseguir no julgamento do feito
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