AREsp 1224986 - DECISAO
O agravo foi conhecido mas o recurso especial não foi conhecido porque a recorrente não demonstrou de forma clara e objetiva a omissão apontada no acórdão (incidindo analogicamente a Súmula 284/STF), e porque, no mérito, a decisão do Tribunal a quo de manter a recorrente no polo passivo por integrar a cadeia de consumo e ser presumivelmente responsável pelo repasse dos pagamentos está baseada em matéria fático-probatória e interpretação contratual cuja reanálise é vedada em recurso especial pelas súmulas 5 e 7 do STJ; ademais, o alegado dissídio jurisprudencial não restou comprovado nos termos legais.
- Parties
- Recorrente/agravante: OI S.A; Ré: QBE; Tribunal a Quo: Tribunal de Justiça do Estado do Paraná
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 24 February 2021
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão Que Conheceu Do Agravo Para Não Conhecer Do Recurso Especial
- Outcome
- Agravo conhecido para não conhecer do recurso especial
- Legal Topics
- Ilegitimidade Passiva, Responsabilidade Solidária Na Cadeia De Consumo, Recurso Especial, Omissão Em Acórdão (art. 1.022 Cpc), Dissídio Jurisprudencial, Vedação Ao Reexame Do Conjunto Fático Probatório (súmulas 5 E 7/stj)
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
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Parties
OI S.A
Recorrente/agravante
QBE
Ré
Tribunal de Justiça do Estado do Paraná
Tribunal a Quo
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão Que Conheceu Do Agravo Para Não Conhecer Do Recurso Especial
Legal Issues
- 1 existência de omissão no acórdão objurgado (art. 1.022 CPC/2015)
- 2 reconhecimento da legitimidade passiva da recorrente (participação na cadeia de consumo)
- 3 possibilidade de reexame de provas e interpretação contratual em recurso especial
Ratio Decidendi
O agravo foi conhecido mas o recurso especial não foi conhecido porque a recorrente não demonstrou de forma clara e objetiva a omissão apontada no acórdão (incidindo analogicamente a Súmula 284/STF), e porque, no mérito, a decisão do Tribunal a quo de manter a recorrente no polo passivo por integrar a cadeia de consumo e ser presumivelmente responsável pelo repasse dos pagamentos está baseada em matéria fático-probatória e interpretação contratual cuja reanálise é vedada em recurso especial pelas súmulas 5 e 7 do STJ; ademais, o alegado dissídio jurisprudencial não restou comprovado nos termos legais.
Court Disposition
Agravo conhecido para não conhecer do recurso especial
Orders
- Intimem-se.
- Deixar de arbitrar honorários advocatícios recursais por não haver prévia fixação na origem.
Full Case Text
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