REsp 1824123 - DECISAO
O recurso especial não foi conhecido porque a alteração do entendimento exigiria reexame do conjunto fático-probatório, o que é vedado pela Súmula 7/STJ, e porque o Tribunal de origem adequadamente concluiu que o Banco do Brasil era ilegitimo para figurar no polo passivo em razão de a recorrente ter indicado a conta para desconto e de os descontos terem sido realizados pelo Banco Cruzeiro do Sul.
- Parties
- Recorrente: MARIA DA CONCEIÇÃO SILVA; Recorrido: BANCO DO BRASIL S.A.; Terceiro: BANCO CRUZEIRO DO SUL S.A.
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 03 March 2021
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Decisão De Não Conhecimento
- Outcome
- recurso especial não conhecido
- Legal Topics
- Ilegitimidade Passiva, Responsabilidade Civil Objetiva, Repetição De Indébito, Danos Morais, Desconto Consignado, Súmula 7/stj, Art. 25, § 1º Do CDC
Case Brief
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Parties
MARIA DA CONCEIÇÃO SILVA
Recorrente
BANCO DO BRASIL S.A.
Recorrido
BANCO CRUZEIRO DO SUL S.A.
Terceiro
Procedural Posture
Recurso Especial / Decisão De Não Conhecimento
Legal Issues
- 1 Se o Banco do Brasil é parte legítima para figurar no polo passivo diante de descontos consignados realizados em favor de terceiro
- 2 Aplicabilidade do art. 25, § 1º do Código de Defesa do Consumidor
- 3 Se é possível reexaminar prova e fato no Recurso Especial à luz da Súmula 7/STJ
Ratio Decidendi
O recurso especial não foi conhecido porque a alteração do entendimento exigiria reexame do conjunto fático-probatório, o que é vedado pela Súmula 7/STJ, e porque o Tribunal de origem adequadamente concluiu que o Banco do Brasil era ilegitimo para figurar no polo passivo em razão de a recorrente ter indicado a conta para desconto e de os descontos terem sido realizados pelo Banco Cruzeiro do Sul.
Court Disposition
recurso especial não conhecido
Orders
- Não conheço do recurso especial.
- Publique-se.
Full Case Text
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