AREsp 2493452 - DECISAO
O agravo foi conhecido e negado provimento porque o recorrente não demonstrou omissão ou negativa de prestação jurisdicional apta a afastar o óbice da Súmula 284/STF, e porque a decisão do Tribunal de origem, fundada na análise de fatos, provas e cláusulas contratuais que qualificaram a CEF como mero agente financeiro, torna inviável o reexame em recurso especial nos termos das Súmulas 5 e 7 do STJ; assim, manteve-se a ilegitimidade da CEF para responder pelos vícios de construção no caso concreto.
- Parties
- Agravante: MANOEL AMARO DA SILVA; Apelada: Construtora CAGEO Ltda; Apelada: Caixa Econômica Federal - CEF
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 21 March 2024
- Procedural Posture
- Agravo (art. 1.042 Do Cpc/2015) Contra Decisão Que Negou Seguimento a Recurso Especial / Juízo De Admissibilidade/decisão De Não Conhecimento Do Recurso Especial
- Outcome
- Agravo conhecido e desprovido; negado provimento ao recurso especial
- Legal Topics
- Ilegitimidade Passiva, Responsabilidade Civil Por Vícios De Construção, Prescrição/decadência, Assistência Judiciária Gratuita, Súmulas Vinculantes E De Aplicação Interna
Case Brief
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Parties
MANOEL AMARO DA SILVA
Agravante
Construtora CAGEO Ltda
Apelada
Caixa Econômica Federal - CEF
Apelada
Procedural Posture
Agravo (art. 1.042 Do Cpc/2015) Contra Decisão Que Negou Seguimento a Recurso Especial / Juízo De Admissibilidade/decisão De Não Conhecimento Do Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Ilegitimidade passiva da Caixa Econômica Federal quando atua como mero agente financeiro
- 2 Aplicabilidade do Código de Defesa do Consumidor em contrato de doação com encargo
- 3 Prazo prescricional/decadencial para ações indenizatórias por vícios de construção
Ratio Decidendi
O agravo foi conhecido e negado provimento porque o recorrente não demonstrou omissão ou negativa de prestação jurisdicional apta a afastar o óbice da Súmula 284/STF, e porque a decisão do Tribunal de origem, fundada na análise de fatos, provas e cláusulas contratuais que qualificaram a CEF como mero agente financeiro, torna inviável o reexame em recurso especial nos termos das Súmulas 5 e 7 do STJ; assim, manteve-se a ilegitimidade da CEF para responder pelos vícios de construção no caso concreto.
Court Disposition
Agravo conhecido e desprovido; negado provimento ao recurso especial
Orders
- Conhece-se do agravo para negar provimento ao recurso especial.
- Majora-se os honorários advocatícios em 10% sobre o valor já fixado na origem, nos termos do art. 85, § 11, do CPC.
Full Case Text
Judgment text and source record
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