AREsp 2537378 - DECISAO
Negou-se provimento ao agravo porque o Tribunal de origem corretamente concluiu que a Loop é parte ilegítima passiva, por atuar como mandatário do comitente, e a agravante não demonstrou que a Loop havia assumido obrigação de reembolsar a autora; a modificação do julgado demandaria reexame de prova, situação vedada pela Súmula n. 7/STJ.
- Parties
- Agravada: Loop; Agravante: Agravante (vendedora); Autora: Autora
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 13 February 2025
- Procedural Posture
- Agravo Nos Próprios Autos (cpc/2015, Art. 1.042) / Decisão Que Negou Provimento Ao Agravo
- Outcome
- Nego provimento ao agravo.
- Legal Topics
- Ilegitimidade Passiva, Responsabilidade Por Erro Em Edital De Leilão, Mandato (leiloeiro), Prescrição, Súmula N. 7/stj
Case Brief
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Parties
Loop
Agravada
Agravante (vendedora)
Agravante
Autora
Autora
Procedural Posture
Agravo Nos Próprios Autos (cpc/2015, Art. 1.042) / Decisão Que Negou Provimento Ao Agravo
Legal Issues
- 1 ilegitimidade passiva do leiloeiro (Loop)
- 2 aplicação da Súmula n. 7 do STJ quanto à reavaliação fático-probatória
- 3 interpretação e aplicação dos arts. 23 e 38 do Decreto-Lei n. 21.981/1932
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo porque o Tribunal de origem corretamente concluiu que a Loop é parte ilegítima passiva, por atuar como mandatário do comitente, e a agravante não demonstrou que a Loop havia assumido obrigação de reembolsar a autora; a modificação do julgado demandaria reexame de prova, situação vedada pela Súmula n. 7/STJ.
Court Disposition
Nego provimento ao agravo.
Orders
- Publique-se e intimem-se.
Full Case Text
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