REsp 2139559 - DECISAO
O Tribunal de origem fundamentou adequadamente que o Gerente Executivo do INSS era autoridade coatora, constatou mora administrativa superior a 90 dias na análise do recurso administrativo (violações aos princípios da razoabilidade e eficiência) e fixou prazo de 45 dias para apreciação administrativa; o STJ reconheceu que o acórdão do tribunal de origem solucionou integralmente a controvérsia, afastou a alegação de ilegitimidade passiva repetitiva do INSS e entendeu inviável, na via especial, reexaminar matéria eminentemente constitucional, pelo que conheceu em parte do recurso e negou-lhe provimento.
- Parties
- Recorrente: INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS; Impetrante/recorrida: MARIA HELENA SILVA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 17 May 2024
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Conhecido Em Parte E Negado Provimento (decisão Final Sobre O Recurso Especial)
- Outcome
- Conheço em parte do recurso especial e, nessa extensão, nego-lhe provimento.
- Legal Topics
- Ilegitimidade Passiva Da Autoridade Coatora, Demora Na Apreciação De Recurso Administrativo, Fixação De Prazo Judicial Para Apreciação Administrativa, Limites Do Recurso Especial Em Matéria Constitucional, Incidência Das Súmulas 283 E 284/stf Por Analogia
Case Brief
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Parties
INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
Recorrente
MARIA HELENA SILVA
Impetrante/recorrida
Procedural Posture
Recurso Especial / Conhecido Em Parte E Negado Provimento (decisão Final Sobre O Recurso Especial)
Legal Issues
- 1 Se o Gerente Executivo do INSS é autoridade coatora legítima para fins de mandado de segurança
- 2 Se a demora na apreciação do recurso administrativo configurou violação do direito líquido e certo e justificou a fixação de prazo judicial
- 3 Se o recurso especial poderia apreciar matéria de natureza eminentemente constitucional
Ratio Decidendi
O Tribunal de origem fundamentou adequadamente que o Gerente Executivo do INSS era autoridade coatora, constatou mora administrativa superior a 90 dias na análise do recurso administrativo (violações aos princípios da razoabilidade e eficiência) e fixou prazo de 45 dias para apreciação administrativa; o STJ reconheceu que o acórdão do tribunal de origem solucionou integralmente a controvérsia, afastou a alegação de ilegitimidade passiva repetitiva do INSS e entendeu inviável, na via especial, reexaminar matéria eminentemente constitucional, pelo que conheceu em parte do recurso e negou-lhe provimento.
Court Disposition
Conheço em parte do recurso especial e, nessa extensão, nego-lhe provimento.
Orders
- Conhecer em parte do recurso especial e negar-lhe provimento
- Deixar de majorar honorários advocatícios em favor do recorrido por ausência de prévia fixação pelo Tribunal a quo
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